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Atreva-se

Maelo Ruiz

Atrevete

Vives con él, como una estatua con él
Nunca una flor, ni un deseo prohibido
Que te haga vibrar en la piel
Señora de quien, un maniquí de papel
Que teme dejarse llevar
Por miedo a llegarse a romper

Vuelves aquí, siempre regresas a mi
Hay en tus ojos un grito callado
Que aun no se atreve a salir
Me engañas lo se, nunca supiste mentir
Basta de ser la señora
Por que no la amante infiel

Atrévete a sentirte deseada
Atrévete a sentir que hay un hombre en tu cama
Di que soñaste despierta, deja la puerta entreabierta
Deja volar la ilusión, antes que quede muerta

Atrévete a sentirte ser amada
Atrévete a vivir sin pensar en mañana
Aun no te has dado ni cuenta
Que vives la vida a medias
Vive una noche de loca pasión alguna vez

Atreva-se

Você vive com ele, como uma estátua ao lado dele
Nunca uma flor, nem um desejo proibido
Que te faça vibrar na pele
Senhora de quem, um manequim de papel
Que tem medo de se deixar levar
Com medo de acabar se quebrando

Você volta aqui, sempre retorna pra mim
Há em seus olhos um grito calado
Que ainda não se atreve a sair
Você me engana, eu sei, nunca soube mentir
Chega de ser a senhora
Por que não ser a amante infiel?

Atreva-se a se sentir desejada
Atreva-se a sentir que tem um homem na sua cama
Diga que sonhou acordada, deixe a porta entreaberta
Deixe a ilusão voar, antes que morra

Atreva-se a se sentir amada
Atreva-se a viver sem pensar no amanhã
Você ainda não percebeu
Que vive a vida pela metade
Viva uma noite de louca paixão alguma vez

Composição: