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Peta, o Último Bixinho

Magnólia Caru

Eu sempre espero por alguém por anos e anos
Perto de uma fonte de água em um parque
Então eu percebo que há alguém olhando pra mim, eu corro
Com os meus dois pés pra encontrá-la
Com toda a minha força
E quando eu olho cuidadosamente
Percebo que não é ninguém além do meu próprio reflexo

Eu costumava gostar de sonhar e me encontrar contigo toda noite
E agora me resta só o que eu não quero decifrar pois se tentar

E eu tentei eu juro, eu juro
Mas todo dia me parece igual
Eu só queria ser alguém, não eu

Eu já tentei ser mais do que você esperava
Eu já tentei e me afundei no que era pra ti

E num instante percebo que existem outras pessoas com suas próprias vidas
Vivendo e fazendo suas próprias coisas
Mas a minha própria existência é tão despercebida quanto poeira esvoaçante pelo céu
Enquanto corria, cada vez mais depressa eu gritava
O que move as folhas? O que move meu coração?
Minhas pernas, seu rosto, cada vez mais longe, eu só vejo uma silhueta

E eu tentei eu juro, eu juro
Mas todo dia me parece igual
Eu só queria ser alguém, não eu

Composição: Caru Magnólia. Essa informação está errada? Nos avise.
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