Polla Dura No Cree En Dios
Acérquense a este viejo trovador
Por dos monedas o una hogaza de pan
Cuento mi vida a quien la quiera escuchar
¡Sígueme, ven! ¡Sígueme, ven! ¡Sígueme, ven!
Vengo de un país bañado por el mar
Iba pa señorito y la verdad
Es que cansado de violar y oprimir
Oí una voz: A conocer un mundo tienes que ir
A dónde te lleven los pies
Y por destino el horizonte tendrás
Sin credos, sin naciones, solo amor
Polla dura no cree en Dios
Y de esta forma comencé a olvidar
Toda riqueza, toda comodidad
Más al poco tiempo advertí
Que había otro mundo
Había otra vida fuera de mí
Al anochecer me acuna la Luna
Y me arropan las estrellas
Al alba el rocío me acicala
Y la brisa me despereza
Soy de oficio delincuente
A veces como en frío
Y las menos en caliente
Alquilo mi conciencia
Para aliviar las almas
De culpas que no dejan dormir
Soy de oficio delincuente
A veces como en frío
Y las menos en caliente
Alquilo mi conciencia
Para aliviar las almas
De culpas que no dejan dormir
En estos años aprendí a las duras
Que solo con sueños no pagas facturas
Y solo los necios sueñan con lo que
Con lo que nunca, con lo que nunca
Nunca tendrán
No me hables de Dios o el mal
Porque cuando hago el amor
No distingo religión
Polla dura no cree en Dios
Soy de oficio delincuente
A veces como en frío
Y las menos en caliente
Alquilo mi conciencia
Para aliviar las almas
De culpas que no dejan dormir
Asalto en el camino
A la suerte y al destino
Y alguna moza despistada
Soy pacifista sin bandera
Pues luchar por la paz
Es como follar por la virginidad
Soy de oficio delincuente
A veces como en frío
Y las menos en caliente
Alquilo mi conciencia
Para aliviar las almas
De culpas que no dejan dormir
Asalto en el camino
A la suerte y al destino
Y alguna moza despistada
Soy pacifista sin bandera
Pues luchar por la paz
Es como follar por la virginidad
Polla Dura Não Acredita em Deus
Cheguem mais perto desse velho trovador
Por duas moedas ou um pedaço de pão
Conto minha vida pra quem quiser escutar
Vem comigo, vai! Vem comigo, vai! Vem comigo, vai!
Venho de um país banhado pelo mar
Fui pra ser senhorzinho e a verdade
É que cansado de estuprar e oprimir
Ouvi uma voz: Pra conhecer um mundo você tem que ir
Aonde seus pés te levarem
E por destino você terá o horizonte
Sem credos, sem nações, só amor
Polla dura não acredita em Deus
E assim comecei a esquecer
Toda riqueza, toda comodidade
Mas pouco tempo depois percebi
Que havia outro mundo
Havia outra vida fora de mim
Ao anoitecer a Lua me embala
E as estrelas me cobrem
Ao amanhecer o orvalho me arruma
E a brisa me desperta
Sou de ofício criminoso
Às vezes como frio
E as menos em quente
Alugo minha consciência
Pra aliviar as almas
De culpas que não deixam dormir
Sou de ofício criminoso
Às vezes como frio
E as menos em quente
Alugo minha consciência
Pra aliviar as almas
De culpas que não deixam dormir
Nesses anos aprendi na marra
Que só com sonhos não se pagam contas
E só os tolos sonham com o que
Com o que nunca, com o que nunca
Nunca terão
Não me fale de Deus ou do mal
Porque quando faço amor
Não distingo religião
Polla dura não acredita em Deus
Sou de ofício criminoso
Às vezes como frio
E as menos em quente
Alugo minha consciência
Pra aliviar as almas
De culpas que não deixam dormir
Assalto no caminho
À sorte e ao destino
E alguma moça distraída
Sou pacifista sem bandeira
Pois lutar pela paz
É como transar pela virgindade
Sou de ofício criminoso
Às vezes como frio
E as menos em quente
Alugo minha consciência
Pra aliviar as almas
De culpas que não deixam dormir
Assalto no caminho
À sorte e ao destino
E alguma moça distraída
Sou pacifista sem bandeira
Pois lutar pela paz
É como transar pela virgindade