
Por el miedo a equivocarnos
Maldita Nerea
Pelo Medo de Errar
Por el miedo a equivocarnos
Éramos diferentes, impossível, e um futuro turvo.Éramos distintos, imposibles, y en futuro menos claro.
Entender bem o que você diz, faz com que eu me sinta tão extraordinárioEntender bien lo que dices, me hace sentirme tan raro.
Tudo começa a parecer triste, a ficar do outro lado.Empieza todo a hacerse triste,a quedar del otro lado.
Você também prometeu.Tu también lo prometiste.
Nós éramos dois equivocados, equivocados.Fuimos dos equivocados, equivocados.
E agora este lugar está cheio,Y ahora este sitio esta lleno,
de noites sem astúcia,de noches sin arte,
abraços vaziode abrazos vacíos,
mundos separadosde mundos aparte,
olhares gélidosde hielo en los ojos,
de medo a se encontrar,de miedo a encontrarse,
de buracos, de maltrapilhos, de vontade de odiar...de huecos, de rotos, de ganas de odiarse...
Eu sinto, fico sem arYa lo llevo sintiendo, me quedo sin aire,
o céu caiu, morre, se quebra ...el cielo ha caído, se muere, se parte...
É um inferno sustentado.Solo es un infierno sostenido.
Só é um esforço relativo.Solo es un esfuerzo relativo.
Eu não peço quase nadaYo no pido casi nada,
que se percam meus sentidos e nuble seus olhos.que se pierdan mis sentidos y se nuble tu mirada.
Mas o medo conseguePero el miedo nos consigue.
Tornar-se maior nessas mãos.Se hace grande en estas manos.
Más lembranças nos perseguemMal recuerdo nos persigue.
Fomos dois equivocados, equivocados.Fuimos dos equivocados, equivocados.
Eu vou, eu vouMe voy, me voy
Porque este lugar está cheio,Porque este sitio esta lleno,
de noites sem astúcia,de noches sin arte,
abraços vaziode abrazos vacíos,
mundos separadosde mundos aparte,
olhares gélidosde hielo en los ojos,
de medo a se encontrar,de miedo a encontrarse,
de buracos, de maltrapilhos, de vontade de odiar...de huecos, de rotos, de ganas de odiarse.
Eu sinto, fico sem arYa lo llevo sintiendo me quedo sin aire,
a estrela caiu, morreu, se quebrou...La estrella ha caído, se muere, se parte.
É um inferno sustentado, pelo medo de errar.Solo es un infierno sostenido, por el miedo a equivocarnos.
Porque este lugar está cheio,Porque este sitio está lleno,
de noites sem astúcia,de noches sin arte,
abraços vaziode abrazos vacíos,
olhares gélidosde hielo en los ojos,
de mundo separadosde mundos a parte,
de céus caídosde cielos caídos.
Eu sinto, fico sem arYa lo llevo sintiendo me quedo sin aire.
É um inferno sustentado, pelo medo de errar.Solo es un infierno sostenido, por el miedo a equivocarnos.
Eu não quero te ouvir.No quiero escucharte.
Não insista, prefiro neste momento te encontrar inundando meus olhos, esperando que passe, a que caiamos novamente.No insistas prefiero esta vez encontrarte inundando mis ojos esperando a que pase a que caigamos otra vez.
E eu só digo queY solo digo que,
Eu nunca quis te machucar.nunca quise hacerte daño.
Mas tudo acabou,Pero todo se nos fue,
e mesmo que agora nós sejamos como estranhosy aunque ahora somos como extraños,
Eu nunca vou te esquecer.yo jamás te olvidaré.
de noites sem astúcia,De noches sin arte,
abraços vaziode abrazos vacíos,
de mundo separadosde mundos aparte,
olhares gélidosde hielo en los ojos,
e medo a se encontrar,de miedo a encontrarse,
de buracos, de maltrapilhos, de vontade de odiar.de huecos, de rotos, de ganas de odiarse.
E eu só digo que eu nunca quis te machucarY solo digo que nunca quise hacerte daño,
É só um inferno sustentadoSolo es un infierno sostenido,
Pelo medo de errarPor el miedo a equivocarnos.
Pelo medo de errarEl miedo a equivocarnos.



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