Impunes
Vengo de un planeta donde a los buenos les dicen weones
De gobernadores ladrones, porro y vino en melones
Libretas llenas de acciones, enajenaciones
Nociones de vendetta personal y de a montones
(Hay de to'o y pa' to'os señores)
Pero el cobra quiere más
Si los bobos se creen mejores pagando hasta la amistad
Honores pa' na', colaboren, no roben acá
Que la cárcel no te alcance por 2 Lucas y un celular
Rapero gangsta baja del altar, te cuento
Tu único crimen real fue un asalto al marrueco
Si el viento pide mi rima, suelto, y tú eres hueco
Y no es de homofóbico, es por el vacío que llevai dentro
La wea es corta aquí mi rap te informa, oye no soy Porta ¡no!
Mis rimas transportan lo que importa como un portavoz
Que ahora te reporta de la pobla como un poblador
Si nomas te ahorcan, ¿por qué soportas? ¡Dale ahórcalos!
Afróntalos, como welchafe contra sus represas
Terrorismo no es lo mismo que ser digno en resistencia
No me ofrezcas merca
El único polvo que entra por mi nariz es el del gas pimienta en la revuelta
Yo vuelo con la weed y no es algo relevante
Hay cien cosas antes más importantes que contarte
Como que quieren cagarte, como que quieren mearte
Y en la tele te dicen que llueve y suelen engañarte
No hago apología del vicio
Sin abogado pa'l día del juicio
Vamo' no demandamo' permiso
(Esguinzo a los ganso' y a tanto prejuicio)
No hago apología del vicio
Sin abogado pal día del juicio
Vamo' no demandamo' permiso
(Esguinzo a los ganso' y a tanto prejuicio)
Soy extremista porque soy del extremo de abajo
Donde peleando están los extremadamente dignos
Abran paso somos lo ultra, ultra endeudados
En un país que está ultra mercantilizado
Se abre el drama, las llamas se desparraman
Mamma mía, matarían por plata y fama, clamale a María
Inflamaría toda la manzana, pa' darte alegría
Suave como la lana y la voz de las Bahama,s yia
Loco en un mundo normalmente asqueroso
Donde abunda la ambición son criticones y prejuiciosos
El chaka zulu trajo rap sudaka
Se creen la raja y debe ser porque están terrible pasa'o a caca
Y es que lo más apestao van afilando cuchilla
El vecino sufre más que un Ekono en la palmilla
Yo tomo el micrófono, dono parte de mi vida
Soy un sono sin medida, morbo porque lo amerita
Y trivial tu monólogo de que tan bueno soy
Traigo ficción y realidad bien mezcla' pa' los toy
Ni psicólogo ni na' van a cambiar lo que soy
Date una vuelta pa'cá, sal de la casa, enjoy
No estoy ni ahí con tu wea, no les compro, no le exijo
Cada loco con su maña es lo que mi mamá me dijo
A cachetones como Quico tratamiento arisco y listo
Matanga es lo que elijo, por las malas la mano está así po'
No hago apología del vicio
Sin abogado pal día del juicio
Vamo' no demandamo' permiso
(Esguinzo a los ganzo' y a tanto prejuicio)
No hago apología del vicio
Sin abogado pal día del juicio
Vamo' no demandamo' permiso
(Esguinzo a los ganzo' y a tanto prejuicio)
Impunes
Venho de um planeta onde chamam os bons de idiotas
De governadores ladrões, maconha e vinho em melancias
Cadernos cheios de ações, alienações
Noções de vingança pessoal e em abundância
(Tem de tudo para todos, senhores)
Mas o cobrador quer mais
Se os tolos se acham melhores pagando até a amizade
Honras para nada, colaborem, não roubem aqui
Que a prisão não te alcance por 2 mil reais e um celular
Rapper gangsta desce do altar, te conto
Seu único crime real foi um assalto ao mercado
Se o vento pede minha rima, solto, e você é oco
E não é por homofobia, é pelo vazio que você carrega dentro
A coisa é simples, aqui meu rap te informa, ouça, não sou Porta!
Minhas rimas transportam o que importa como um porta-voz
Que agora te informa da favela como um morador
Se eles só te enforcam, por que você suporta? Enforque-os!
Enfrente-os, como um guerreiro contra suas represas
Terrorismo não é o mesmo que ser digno na resistência
Não me ofereça drogas
O único pó que entra pelo meu nariz é o gás de pimenta na revolta
Eu voo com a maconha e não é algo relevante
Há cem coisas mais importantes para te contar
Como eles querem te foder, como eles querem te mijar
E na TV te dizem que chove e costumam te enganar
Não faço apologia ao vício
Sem advogado para o dia do julgamento
Vamos, não pedimos permissão
(Escapo dos idiotas e de tanto preconceito)
Não faço apologia ao vício
Sem advogado para o dia do julgamento
Vamos, não pedimos permissão
(Escapo dos idiotas e de tanto preconceito)
Sou extremista porque sou do extremo de baixo
Onde lutam os extremamente dignos
Abram caminho, somos os ultra, ultra endividados
Em um país que está ultra mercantilizado
O drama se abre, as chamas se espalham
Minha nossa, matariam por dinheiro e fama, clame a Maria
Inflamaria toda a maçã, para te dar alegria
Suave como a lã e a voz das Bahamas, irmã
Louco em um mundo normalmente repugnante
Onde a ambição é abundante, são críticos e preconceituosos
O chaka zulu trouxe o rap sul-americano
Eles se acham o máximo e deve ser porque estão terrivelmente cagados
E os mais fedidos vão afiando a lâmina
O vizinho sofre mais do que um supermercado na Palmilla
Eu pego o microfone, doo parte da minha vida
Sou um sonho sem medida, morboso porque merece
E trivial é o seu monólogo sobre o quão bom eu sou
Trago ficção e realidade bem misturadas para os brinquedos
Nem psicólogo nem nada vão mudar o que sou
Dê uma volta por aqui, saia de casa, aproveite
Não estou nem aí para a sua merda, não compro, não exijo
Cada louco com sua mania, é o que minha mãe me disse
Para os bochechudos como o Quico, tratamento áspero e pronto
A violência é o que escolho, pela má, a mão está assim, né?
Não faço apologia ao vício
Sem advogado para o dia do julgamento
Vamos, não pedimos permissão
(Escapo dos idiotas e de tanto preconceito)
Não faço apologia ao vício
Sem advogado para o dia do julgamento
Vamos, não pedimos permissão
(Escapo dos idiotas e de tanto preconceito)