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Ato III - Os Sonhos de Balder

Malnatt

Atto III - I Sogni di Balder

Nel Valhalla i morti in guerra si allenano per combatter la battaglia finale.
Andhrimnir il cuoco ogni giorno cuoce nel suo calderone il cinghiale Sohrminir.
Dopo esser stato mangiato, il cinghiale rinasce alla sera pronto a ricominciar.
Non č solo cibo ma un rituale antico con valore sacro per tutti quanti gli dči.

Ogni giorno cancelliamo il passato e ci convinciamo che il futuro sia adesso
ma brucia poco della conoscenza il fuoco alleniamo il corpo e la nostra mente no.
Non spaventa il transito circolare dell'informazione, sempre uguale per noi.
Non č solo presa per il culo questa, ma una pantomima: epoca priva di dči.

Assurda convinzione che duri la pace per sempre ma non č cosě che va.
Il destino non va ostacolato ma a braccia aperte bisogna accettarlo,
e non ha senso veder l'ascia rossa se ancora non ha ferito il nemico.
Non č solo giusto seguire il fato ma č un vantaggio pregare i nostri dči.

Ato III - Os Sonhos de Balder

No Valhalla, os mortos em batalha treinam para lutar a batalha final.
Andhrimnir, o cozinheiro, todo dia cozinha no seu caldeirão o javali Sohrminir.
Depois de ser devorado, o javali renasce à noite pronto para recomeçar.
Não é só comida, mas um ritual antigo com valor sagrado para todos os deuses.

Todo dia apagamos o passado e nos convencemos de que o futuro é agora
mas o fogo consome pouco do conhecimento, treinamos o corpo, mas a mente não.
Não assusta o trânsito circular da informação, sempre igual para nós.
Não é só uma brincadeira essa, mas uma pantomima: época sem deuses.

Absurdamente acreditamos que a paz dure para sempre, mas não é assim que funciona.
O destino não deve ser impedido, mas deve ser aceito de braços abertos,
e não faz sentido ver o machado vermelho se ainda não feriu o inimigo.
Não é só certo seguir o destino, mas é uma vantagem rezar para nossos deuses.

Composição: