Guerra Fría
No quiero verte, no me apetece
Dar buena cara, ni disimular
No quiero verte, no quiero verte
Estoy cansada, estoy herida
Lucho por algo que no tiene sentido
Y no quiero verte, ya es suficiente
Y casi sin querer yo me enganché a tu piel
Sin darme cuenta entonces de tu lado cruel
Supongo que no lo quise entender
Hoy el tiempo se detuvo en el momento
En aquel último abrazo que sentí
Que ya no había nada por lo que luchar
Y los intentos, sólo sirvieron par'alargar la agonía
Mientras yo bebía el agua de tu cuerpo,
Tú matabas mi esperanza dando tumbos por mi alma
Absorbiendo mi cariño y mis esfuerzos
Por luchar en una farsa sin salida
Y entre tú y yo guerra fría
No quiero verte, ya no me vale
Ser un objeto de usar y tirar
No quiero verte, no verte
No me apetece, eres cobarde
Todo tu arte estaba en engañar
No quiero verte, ya es suficiente
Y casi sin querer yo me enganché a tu piel
Sin darme cuenta entonces de tu lado cruel,
Supongo que no lo quise entender
Hoy el tiempo se detuvo en el momento
En aquel último abrazo que sentí
Que ya no había nada por lo que luchar
Y los intentos, sólo sirvieron par'alargar la agonía
Mientras yo bebía el agua de tu cuerpo,
Tú matabas mi esperanza dando tumbos por mi alma
Absorbiendo mi cariño y mis esfuerzos
Por luchar en una farsa sin salida
Y entre tú y yo guerra fría
Y entre tú y yo guerra fría
Mientras yo bebía el agua de tu cuerpo,
Tú matabas mi esperanza dando tumbos por mi alma
Absorbiendo mi cariño y mis esfuerzos
Por luchar en una farsa sin salida
Y entre tú y yo guerra fría
Guerra Fria
Não quero te ver, não tô a fim
Fingir que tá tudo bem, nem disfarçar
Não quero te ver, não quero te ver
Tô cansada, tô ferida
Lutando por algo que não faz sentido
E não quero te ver, já deu pra mim
E quase sem querer eu me prendi à sua pele
Sem perceber então seu lado cruel
Acho que não quis entender
Hoje o tempo parou naquele momento
Naquele último abraço que eu senti
Que já não tinha nada pelo que lutar
E as tentativas só serviram pra prolongar a agonia
Enquanto eu bebia a água do seu corpo,
Você matava minha esperança, cambaleando pela minha alma
Absorvendo meu carinho e meus esforços
Pra lutar numa farsa sem saída
E entre eu e você, guerra fria
Não quero te ver, já não vale mais
Ser um objeto pra usar e jogar fora
Não quero te ver, não quero te ver
Não tô a fim, você é covarde
Todo seu talento era só enganar
Não quero te ver, já deu pra mim
E quase sem querer eu me prendi à sua pele
Sem perceber então seu lado cruel,
Acho que não quis entender
Hoje o tempo parou naquele momento
Naquele último abraço que eu senti
Que já não tinha nada pelo que lutar
E as tentativas só serviram pra prolongar a agonia
Enquanto eu bebia a água do seu corpo,
Você matava minha esperança, cambaleando pela minha alma
Absorvendo meu carinho e meus esforços
Pra lutar numa farsa sem saída
E entre eu e você, guerra fria
E entre eu e você, guerra fria
Enquanto eu bebia a água do seu corpo,
Você matava minha esperança, cambaleando pela minha alma
Absorvendo meu carinho e meus esforços
Pra lutar numa farsa sem saída
E entre eu e você, guerra fria