Dirty Mattresses
I've crossed a hundred rivers today
And did not feel a thing
So soft and weak, and foolishly I'd think
That I have wisdom worth another's time
I stand wide open, filled with disdain
As though I'm owed, but long ago, for someone else's sin
But equally disgusting is the warrior, self-aware
Gazing through the muddy water as though it were clear
No world-worn weary roads, no wounds of war
We lay on dirty mattresses on the floor
All we want is more
Like blood, we flow through clogging up the veins
Of filthy highways bleeding into cities with no names
Is it any wonder we cannot meet the eyes
Of those who've built a home we helped to ruin and deny
No world-worn weary roads, no wounds of war
We lay on dirty mattresses on the floor
All we want is more
When I come across those with both feet on the ground
Two strong hands, who tell of some bright future to be found
I start drinking myself stupid, diggin way too deep
End up begging to be held just so I can fall asleep
No world-worn weary roads, no wounds of war
We lay on dirty mattresses on the floor
All we want is more
No cloaks, no masks, no necklaces of bones
You'll find no magic here
It's best to be on your way home
So get on home
Colchões Sujos
Hoje eu cruzei cem rios
E não senti nada
Tão suave e fraco, e tolo eu pensaria
Que tenho sabedoria que vale o tempo dos outros
Estou de peito aberto, cheio de desprezo
Como se eu tivesse direito, mas faz tempo, por um pecado alheio
Mas igualmente nojento é o guerreiro, autoconsciente
Olhando pela água lamacenta como se fosse clara
Sem estradas desgastadas pelo mundo, sem feridas de guerra
Nós deitamos em colchões sujos no chão
Tudo que queremos é mais
Como sangue, fluímos entupindo as veias
De rodovias imundas sangrando em cidades sem nome
É de se admirar que não conseguimos encarar os olhos
Daqueles que construíram um lar que ajudamos a arruinar e negar
Sem estradas desgastadas pelo mundo, sem feridas de guerra
Nós deitamos em colchões sujos no chão
Tudo que queremos é mais
Quando encontro aqueles com os dois pés no chão
Duas mãos fortes, que falam de um futuro brilhante a ser encontrado
Eu começo a beber até ficar burro, cavando fundo demais
Acabo implorando para ser abraçado só para conseguir dormir
Sem estradas desgastadas pelo mundo, sem feridas de guerra
Nós deitamos em colchões sujos no chão
Tudo que queremos é mais
Sem capas, sem máscaras, sem colares de ossos
Você não encontrará mágica aqui
É melhor seguir seu caminho de volta pra casa
Então vá pra casa