1852 - Long Lost Love
In 1852, he died
In a distant land
Oh how he hated São Paulo
There was nothing there for him
He wrote about it's streets and their misteries
Of it's unstopping rains and the damned cold weather
Not even Byron could make him flee the rain and the cold
It was always there, surrounding him
In 1852, he died
And this, is his legacy
He's not here
Nor everywhere I look
He's not here
Could I be so confused?
I understand
That all the flowers withered
I understand
That he lies deeper
Where the lights fade
Where the dark breaks
In the tavern, around the mud
Where my heart aches
Where the dream fades
Is my long lost love
He's not here
So I welcome the dark
And I can see
Where the shadows survive
I understand
That all his pain was hidden
This is the end
So I chose to go deeper
Where the lights fade
Where the dark breaks
In the tavern, around the mud
Where my heart aches
Where the dream fades
Is my long lost love
Se eu morresse amanhã, viria ao menos
Fechar meus olhos minha triste irmã
Minha mãe de saudades morreria
Se eu morresse amanhã!
Quanta glória pressinto em meu futuro!
Que aurora de porvir e que amanhã!
Eu perdera chorando essas coroas
Se eu morresse amanhã!
Mas essa dor da vida que devora
A ânsia de glória, o doloroso afã
A dor no peito emudecera ao menos
Se eu morresse amanhã!
In this cursed town
We will go down
And choose not to fear
Reality is a mere deciet
Feel what lies beneath
The end!
1852 - Amor Perdido
Em 1852, ele morreu
Em uma terra distante
Oh como ele odiava São Paulo
Não havia nada lá para ele
Ele escreveu sobre suas ruas e seus mistérios
De suas chuvas incessantes e do maldito clima frio
Nem mesmo Byron poderia fazê-lo fugir da chuva e do frio
Estava sempre lá, cercando-o
Em 1852, ele morreu
E esta é sua herança
Ele não está aqui
Nem em qualquer lugar que eu olhe
Ele não está aqui
Será que estou tão confuso?
Eu entendo
Que todas as flores murcharam
Eu entendo
Que ele repousa mais profundamente
Onde as luzes desaparecem
Onde a escuridão se instala
Na taverna, em meio à lama
Onde meu coração dói
Onde o sonho desaparece
Está meu amor perdido
Ele não está aqui
Então eu dou as boas-vindas à escuridão
E posso ver
Onde as sombras sobrevivem
Eu entendo
Que toda a sua dor estava escondida
Este é o fim
Então escolhi ir mais fundo
Onde as luzes desaparecem
Onde a escuridão se instala
Na taverna, em meio à lama
Onde meu coração dói
Onde o sonho desaparece
Está meu amor perdido
Se eu morresse amanhã, ao menos viria
Fechar meus olhos, minha triste irmã
Minha mãe morreria de saudades
Se eu morresse amanhã!
Quanta glória pressinto em meu futuro!
Que aurora de porvir e que amanhã!
Eu perderia chorando essas coroas
Se eu morresse amanhã!
Mas essa dor da vida que devora
A ânsia de glória, o doloroso afã
A dor no peito emudeceria ao menos
Se eu morresse amanhã!
Nesta cidade amaldiçoada
Nós iremos descer
E escolher não temer
A realidade é uma mera ilusão
Sinta o que está por baixo
O fim!