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O Credo da Gaivota

Mandragora Scream

The Seagull's Creed

Prophets tell, while wind strings play,
Tales at dusk which weave their lair...
Of deliria silhouettes,
Timeless nymphs, ghastly mermaids,
Gather the pearls of their names

In full moon reveries,
Follow the seagull's creed.
Far from harbours of life
Into the realms of mist.
Spread wings of empathy
And you will blindly dance.
Masquerade of the sea vampires

Light the candles of a rain
Clad in vestiges of pain.
Once the golden mirrors age
And the princess rots insane,
When your beauty mourns in fear.
Gather remnants of your name.

In full moon reveries,
Follow the seagull's creed.
Far from harbours of life
Seaward, far, through the gates
Lidless eyes, loss that blooms.
A prelude to the choir
Masquerade of the sea vampires

O Credo da Gaivota

Profetas falam, enquanto o vento toca,
Contos ao crepúsculo que tecem seu lar...
Das silhuetas delirantes,
Ninfetas atemporais, sereias horrendas,
Reúnem as pérolas de seus nomes.

Em devaneios de lua cheia,
Siga o credo da gaivota.
Longe dos portos da vida
Para os reinos da névoa.
Espalhe asas de empatia
E você dançará às cegas.
Mascarada dos vampiros do mar.

Acenda as velas de uma chuva
Vestida em vestígios de dor.
Uma vez que os espelhos dourados envelhecem
E a princesa apodrece insana,
Quando sua beleza chora de medo.
Reúna os restos do seu nome.

Em devaneios de lua cheia,
Siga o credo da gaivota.
Longe dos portos da vida
Em direção ao mar, longe, através dos portões.
Olhos sem pálpebras, perda que floresce.
Um prelúdio para o coro
Mascarada dos vampiros do mar.

Composição: