Scarlet
She dreamt herself a princess
The center of all love
A long robed beauty lightness
Her flowing golden hair lovingly combed by sister-maidens twice a day
She would stare out for hours over rolling fields of little red flowers
Never minding the terrible racket going on outside her door,
Never minding the continous sobbing that seemed to ooze
through every crack in the wall
What was going on in other parts of the castle wasn't hers to worry about
She would lie down on her four-poster bed,
a perfect sleeping beauty, and drowse in deep harmony with…
A mangled little form tangled in dirty sheets,
Bled red and tightly pressed to ease rectal bleeds
This tortured shell carelessly cast aside
Subject to the furthest extend of their fatherly pride
Painfully got up from the bed
Statics crackingly ruled her head
Limping to a badly cracked mirror face on the wall
and began brushing the princess's golden hair fall
Oblivious to the grotesquely swollen child face staring back at her
Insert your brainplugs gentlemen and gather around
Today we bring you fairytale abuse in real time
Experience being lolita and user
And bring yourself to unknown heights of human devolution
Big Brother up to it's maximum
Pelvic Personification force-feed perversion
What a docile race we are nurturing our own infected imperfect nature
The mirror became claws pulling her into pervert's paradise
She found herself tunneled in a dark vast forest passage
Great branches arching over her, dwarfing her to the ground in terrified awe
Shadow shrouded trunks obscurely portraying large numbers
of ill-composed silhouettes
Lost in ominous malevolent woods
As if opperated from the outside, her feet began to move
After what seemed a nightlong of slo-motion
Her surroundings closed in and blew up in her face
Sprawled on her back, limbs held to a squirming ground
Grabbing - groping - inserting, cold laughter the only sound
Out of every thinkable and unthinkable corner came an eye
An absurd variety of cameras extended on bone like arms
Watching, being - Is it your mind or hers?
What evolutional design can justify preying upon a child's suffering?
And there was nowhere left to run
And their where no more doors to her room
This scene being but one of many, each confined in a perfect princess tear
While she's weeping paradoxical structures
Carmesim
Ela sonhou que era uma princesa
O centro de todo amor
Uma beleza de longas vestes leves
Seu cabelo dourado fluindo, cuidadosamente penteado por donzelas duas vezes ao dia
Ela ficava olhando por horas sobre campos ondulados de pequenas flores vermelhas
Sem se importar com o barulho terrível que rolava do lado de fora da porta,
Sem se importar com o choro contínuo que parecia vazar
por cada fenda na parede
O que acontecia em outras partes do castelo não era sua preocupação
Ela se deitava em sua cama com dossel,
uma perfeita bela adormecida, e sonhava em profunda harmonia com…
Uma forma pequena e retorcida em lençóis sujos,
Sangrando vermelho e apertada para conter hemorragias retais
Essa casca torturada jogada descuidadamente de lado
Submetida ao mais extremo de seu orgulho paterno
Levantou-se com dor da cama
Estática estalando dominava sua cabeça
Coxeando até um espelho maltratado na parede
E começou a pentear o cabelo dourado da princesa
Alheia ao rosto infantil grotescamente inchado que a encarava
Conectem seus plugs, senhores, e se reúnam
Hoje trazemos o abuso de contos de fadas em tempo real
Experimente ser lolita e usuária
E leve-se a alturas desconhecidas de de evolução humana
Grande Irmão no seu máximo
Personificação pélvica alimentando a perversão
Que raça dócil somos, nutrindo nossa própria natureza infectada e imperfeita
O espelho se tornou garras puxando-a para o paraíso dos pervertidos
Ela se viu em um túnel escuro e vasto na floresta
Grandes galhos arqueando sobre ela, diminuindo-a ao chão em assombro aterrorizado
Troncos envoltos em sombras obscurecendo grandes números
de silhuetas mal compostas
Perdida em uma floresta ominosa e maligna
Como se operada de fora, seus pés começaram a se mover
Depois do que parecia uma noite inteira em câmera lenta
Seu entorno se fechou e explodiu em seu rosto
Estirada de costas, membros presos a um chão contorcido
Agarrando - apalpando - inserindo, risadas frias eram o único som
De cada canto pensável e impensável surgiu um olho
Uma absurda variedade de câmeras estendidas em braços ósseos
Observando, sendo - É sua mente ou a dela?
Que design evolutivo pode justificar se alimentar do sofrimento de uma criança?
E não havia mais para onde correr
E não havia mais portas para seu quarto
Essa cena sendo apenas uma de muitas, cada uma confinada em uma perfeita lágrima de princesa
Enquanto ela chorava estruturas paradoxais