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Rosa de Alejandría

Manolo Garcia

Letra

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Rosa de Alejandría

Rosa de Alejandría, rosa amarilla
Rosa de Alejandría, rosa amarilla

Alejarme quiero
Adentrarme en el silencio
Alejarme quiero
Adentrarme en el silencio

Alejarme quiero
De esta vida que yo vivo sin convencimiento
Y adentrarme en el tiempo de las luces
Barros vivos encendidos por la mano
Del misterioso alfarero

Alejarme quiero
Adentrarme en el silencio
Caminar sereno
Abandonar esta senda

Alejarme quiero
Anidar en los atrojes
Con las golondrinas de azuladas plumas
Convertirme en caja de medir fanegas
Arrobas, celemines
Ser trigo en las eras
Nunca polvo en las aceras

Rosa de Alejandría, rosa amarilla
Hoy has de ser mi guía
La luz que brilla
Faro de mediodía
Rosa sencilla
Rosa de Alejandría, rosa amarilla

Con las flores de un campo encendido
Como un San Francisco entre jarales vivos
De lagartos, vivo
De quimeras me alimento
Con simplezas me contento

Mozas de risueño gesto
En calma me encuentran
Como a un Góngora perfecto
Perviviendo lejos del bullicio
Con mi rosa amarilla
Con mi rosa de los precipicios

Alejarme quiero
Adentrarme en el silencio
Alejarme quiero
Abandonar esta senda
Alejarme quiero
Alejarme quiero

Rosa de Alejandría, rosa amarilla
Hoy has de ser mi guía
Rumbo entre islas
Faro de mediodía
Rosa sencilla
Rosa de Alejandría, rosa amarilla

Rosa de Alejandría, rosa amarilla

Rosa de Alexandria

Rosa de Alexandria, rosa amarela.
Quero me afastar. Quero mergulhar no silêncio.
Quero me afastar
dessa vida que eu vivo sem convicção.
E mergulhar no tempo das luzes,
barros vivos acesos pelas mãos
do misterioso oleiro.
Quero me afastar. Quero mergulhar no silêncio.
Caminhar sereno. Abandonar este caminho.
Quero me afastar.
Andar nos celeiros
com as andorinhas de penas azuladas.
Me transformar em caixa de medir fanegas,
arrobas, celemines; ser trigo nas eiras,
jamais pó nas calçadas.
Rosa de Alexandria, rosa amarela.
Hoje você deve ser meu guia, a luz que brilha.
Farol de meio-dia, rosa simples.
Rosa de Alexandria, rosa amarela.
Com as flores de um campo aceso
como um São Francisco entre jarais vivos
de lagartos, vivo.
Me alimento de quimeras,
com simplicidades me contento.
Moças de sorriso sereno me encontram
como um Góngora perfeito,
pervivendo longe do barulho,
com minha rosa amarela, com minha rosa dos precipícios.
Quero me afastar. Quero mergulhar no silêncio.
Quero me afastar. Abandonar este caminho.
Quero me afastar.
Rosa de Alexandria, rosa amarela.
Hoje você deve ser meu guia, rumo entre ilhas.
Farol de meio-dia, rosa simples.
Rosa de Alexandria, rosa amarela.


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