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Mariposas de metal

Manolo Garcia

Letra

Mariposas de Metal

Mariposas de metal

Gélida é a noite na cidade deserta, em sua alma de cimentoGélida es la noche en la ciudad deshabitada, en su alma de cemento
Gélida é a noite na cidade deserta, em sua alma de cimentoGélida es la noche en la ciudad deshabitada, en su alma de cemento
Sem anjos tristes, nessa enganosa sensação de liberdade, de vidaSin ángeles triste, en su engañosa sensación de libertad, de vida
Lutando em seu intento de existência plena e nuclearMarrando en su intento de pletórica y nuclear existencia

Mas parem com a angústia, mas parem com a angústiaPero cejen en su angustia, pero cejen en su angustia
Cessam de se angustiar que o poeta surgirá das ruínasCesen de angustiarse que el poeta emergerá de las ruinas

Girei a torneira e saíram mariposas de metalGiré la llave de un grifo y salieron mariposas de metal
Girei a torneira e saíram mariposas de metalGiré la llave de un grifo y salieron mariposas de metal
As estrelas se acenderam na brechaSe encendieron las estrellas en la brecha
Que é o céu sobre a minha vielaQue es el cielo sobre mi calleja
E encantado e perplexo, soube dos sonhos concedidosY arrobado y perplejo, supe de los sueños regalados

Gélida é a noite na cidade melancólica, em avenidas desertasGélida es la noche en la ciudad melancólica, en desiertas avenidas
Sem santos nem galos que cantem nessa enganosa sensaçãoSin santos ni gallos que canten en su engañosa sensación
De humanidade adormecidaDe humanidad dormida
Desviando da perífrase inútil nos passos que vão sendo dadosBurlando la perífrasis inútil en los pasos que se van dando
Falhando em seu intento de existência plena e nuclearFallando en su intento de pletórica y nuclear existencia

Mas parem com a angústia, mas parem com a angústiaPero cejen en su angustia, pero cejen en su angustia
Cessam de se angustiar que o poeta surgirá das ruínasCesen en su angustia que el poeta emergerá de las ruinas

Girei a torneira e saíram mariposas de metalGiré la llave de un grifo y salieron mariposas de metal
Abri janelas para um vale sereno, onde a verdade dormeAbrí ventanas a un valle sereno, donde duerme la verdad
Abri uma grande portaAbrí una gran puerta
Mãos e lábios me acalmavam em sussurros de sereiasManos y labios me amansaban en susurros de sirenas
Hoje sou dono de uma névoa que azul e doce me incendeiaHoy dueño de una niebla soy que azul y dulce me enardecen


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