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A Escolhida

Manú

La Elegida

Ya no hay forma
De controlarnos cuándo hay gente
Ambos sentimos mariposas
Cuándo estamos frente a frente

Ya no hay forma
Que no pase lo prohibido
Y yo ya cerré un contrato de por vida
Con tu ombligo y contigo

Porque tú eres la que yo elegí
La que por tanto tiempo yo esperé
Por la que tanto a Dios yo le pedí
A la que siempre yo le cantaré

Y me la paso hablando de ti (de ti)
Cómo nunca lo hizo él
Que te decía que moria por ti (por ti)
Y que en mis labios te dejó caer

Recuerda que desde ese día
Estás caída, estás caída (oh-oh)
Y eso que tú no querías (eso tú no querías)
Sabiendo que yo quería (sabiendo que yo te quería)
Pero luego de una copa y otra copa de tequila
Tu boca se hacía mía y tu ropa se caía

Sé que anda suelta, suelta, escuchando Nirvana (eh, eh)
Solita, en la playita de Punta Cana (oh-no)
Y yo, de lejos, viendo por mi ventana
Nunca se me van las ganas

Porque tú eres la que yo elegí
La que por tanto tiempo yo esperé
Por la que tanto a Dios yo le pedí
A la que siempre yo le cantaré

Y me la paso hablando de ti (de ti)
Como nunca lo hizo él (nunca lo hizo)
Que te decía que moria por ti
Y que en mis labios te dejó caer (manú)

Ya no hay forma
De controlarnos cuándo hay gente
Ambos sentimos mariposas
Cuándo estamos frente a frente (oh)

Ya no hay forma
Que no pase lo prohibido prohibido
Y yo ya cerré un contrato de por vida
Con tu ombligo y contigo

Porque tú eres la que yo elegí
La que por tanto tiempo yo esperé
Por la que tanto a Dios yo le pedí
A la que siempre yo le cantaré

Y me la paso hablando de ti
Como nunca lo hizo él (no, no, no)
Que te decía que moria por ti (por ti)
Y que en mis labios te dejó caer

(No, no)
(Oh, no, no)
(Manú)
(Eh, eh, eh)
(Oh, no, no)

A Escolhida

Já não tem jeito
De nos controlarmos quando tem gente
Ambos sentimos borboletas
Quando estamos frente a frente

Já não tem jeito
De não rolar o proibido
E eu já fechei um contrato de por vida
Com seu umbigo e contigo

Porque você é a que eu escolhi
A que esperei tanto tempo
Por quem tanto a Deus eu pedi
A quem sempre eu vou cantar

E eu fico falando de você (de você)
Como ele nunca fez
Que dizia que morria por você (por você)
E que nos meus lábios te deixou cair

Lembre-se que desde aquele dia
Você tá caída, tá caída (oh-oh)
E isso que você não queria (isso você não queria)
Sabendo que eu queria (sabendo que eu te queria)
Mas depois de uma dose e outra de tequila
Sua boca era minha e sua roupa caía

Sei que tá solta, solta, ouvindo Nirvana (eh, eh)
Sozinha, na praia de Punta Cana (oh-não)
E eu, de longe, olhando pela minha janela
Nunca me saem as vontades

Porque você é a que eu escolhi
A que esperei tanto tempo
Por quem tanto a Deus eu pedi
A quem sempre eu vou cantar

E eu fico falando de você (de você)
Como ele nunca fez (nunca fez)
Que dizia que morria por você
E que nos meus lábios te deixou cair (manú)

Já não tem jeito
De nos controlarmos quando tem gente
Ambos sentimos borboletas
Quando estamos frente a frente (oh)

Já não tem jeito
De não rolar o proibido, proibido
E eu já fechei um contrato de por vida
Com seu umbigo e contigo

Porque você é a que eu escolhi
A que esperei tanto tempo
Por quem tanto a Deus eu pedi
A quem sempre eu vou cantar

E eu fico falando de você
Como ele nunca fez (não, não, não)
Que dizia que morria por você (por você)
E que nos meus lábios te deixou cair

(Não, não)
(Oh, não, não)
(Manú)
(Eh, eh, eh)
(Oh, não, não)

Composição: Maniel Villalobos, Jose de La Hoz, Miguel Angel Ospina