Tradução gerada automaticamente

El Aire De La Calle
Manuel Carrasco
O Ar da Rua
El Aire De La Calle
Eu acordo cedo e começo a trabalharYo me levanto temprano y me pongo a trabajar
Com minha guitarra na mão, nunca paro de cantarCon mi guitarra en la mano yo nunca paro de cantar
Me chamam de descalço porque no inverno uso chinelosA mí me llaman el descalzo porque en invierno uso chanclas
Faço isso para sentir o frescor da manhãYo lo hago pa’notarme en el fresquito de la mañana
O dia todo na rua, na praça, respirando o arTol día en la calle, en la plazuela, tomando el aire
Sou um boêmio da vida, não tenho nada a verSoy un bohemio de la vida que yo no tengo nada que ver
Com os bigodes senhoriais que passeiam por JerezCon los bigotes señoriales que se pasean por jerez
Não tenho obrigações, não tenho mais o que fazerYo no tengo obligaciones, yo no tengo más que ver
Além de observar as poças da praça quando para de choverLos charquitos de la plaza cuando termina de llover
Dias coloridos na praça, fumando floresLos días de colores en la plazuela fumando flores
O ar da rua cheira a borracha fresca para mimEl aire de la calle a mí me huele a goma fresca
Eu assumo, fumo e escapo pela colinaYo lo asumo, me lo fumo y me escapo por la cuesta
Eu te amo, te amo como as peras amam as perasTe quiero, te quiero como las peras a los peros
Eu te amo, te amo quando te perco e quando te ganhoYo te amo, te amo cuando te pierdo y cuando te gano
Calças sem bolsos, mas os fios não se amarguramLos pantalones sin bolsillos pero los hilos no se amargan
Eu canto para você no banco da alameda, canto para você na rua longaTe canto en la alameda del banco, te canto en la calle larga
Tanto canto um fandango quanto canto por TrianaLo mismo te canto un fandango que yo te canto por triana
Só quero quarenta euros para dormir em uma camaSolo quiero cuarenta pavos para dormirme en una cama
Não quero amores, sou vagabundo e amante da noiteNo quiero amores, soy vagabundo y amante de la noche
O ar da rua cheira a borracha fresca para mimEl aire de la calle a mí me huele a goma fresca
Eu assumo, fumo e escapo pela colinaYo lo asumo, me lo fumo y me escapo por la cuesta
Que pena, olha que pena, meu isqueiro não tem pedraQué pena, mira qué pena, que mi mechero no tiene piera
Quem dera, quem dera pintar cheiros na areiaQuién pudiera, quién pudiera pintar olores en la arena
Veneno negro, tenho no sangueVeneno negro, yo tengo en la sangre
E nos meus braços tenho cinco tatuagensY en mis brazos tengo cinco tatuajes
Nunca choro porque vivo nos carnavaisYo nunca lloro porque vivo en carnavales
Coloco a máscara e me lanço na ruaMe pongo la careta y me lanzo a la calle
E me lanço na rua, e me lanço na ruaY me lanzo a la calle, y me lanzo a la calle
E me lanço, na ruaY me lanzo, a la calle



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