Mi Dignidad
Me puedes quitar las ganas de vivir
Y del alma, la cosecha que sembré
De mis días, el valor y el porvenir
De mis noches, hasta el sueño que soñé
Me puedes robar la libertad con un simple gesto
La ilusión con la que yo mismo me fui construyendo
Me puedes quitar las horas y el reloj
Y me puedes romper de un tiro el corazón
Pero no mi dignidad
Pero no mi dignidad
Pero no mi dignidad, ey
No-no-no-no-no-no, no-no-no-no-no, no-no-no-no-no
No-no-no-no-no-no, no-no-no-no-no, no-no-no-no-no
Y me puedes matar incluso estando vivo
Y hasta podrás cortarme las alas y los hilos
Y si esta marioneta recobra la vida
Todavía, podrás quitarme la alegría
Pero no mi dignidad
Pero no mi dignidad
Pero no mi dignidad, ey
No-no-no-no-no-no, no-no-no-no-no, no-no-no-no-no
No-no-no-no-no-no, no-no-no-no-no, no-no-no-no-no
Y podrás, y podrás hundirme sin previo aviso
Y podrás, y podrás herirme hasta por capricho
Y podrás porque los que pueden, a veces, dentro tienen el mal
El dinero, la voz, mi gente y el vino también, me podrás quitar
Pero no mi dignidad
Pero no mi dignidad
Pero no mi dignidad (mi dignidad)
No-no-no-no-no-no, no-no-no-no-no, no-no-no-no-no
No-no-no-no-no-no, no-no-no-no-no, no-no-no-no-no
Oh, eh
Oh, no, oh, pero no mi dignidad
Oh, no, oh, no, pero no mi dignidad
Oh, no, no, pero no mi dignidad
Eh, eh, oh, pero no, no, no, oh, no
¡Pero no mi dignidad!
Minha Dignidade
Você pode tirar minha vontade de viver
Da minha alma, a colheita que eu semeei
Dos meus dias, a coragem e o futuro
Das minhas noites, até o sonho que sonhei
Você pode roubar minha liberdade com um simples gesto
A ilusão com a qual eu mesmo fui me construindo
Você pode tirar as horas e o relógio
E pode quebrar meu coração com um tiro
Mas não a minha dignidade
Mas não a minha dignidade
Mas não a minha dignidade, ei
Não-não-não-não-não-não, não-não-não-não-não, não-não-não-não-não
Não-não-não-não-não-não, não-não-não-não-não, não-não-não-não-não
Você pode me matar mesmo estando vivo
E até pode cortar minhas asas e os fios
E se essa marionete recuperar a vida
Ainda assim, você poderá tirar minha alegria
Mas não a minha dignidade
Mas não a minha dignidade
Mas não a minha dignidade, ei
Não-não-não-não-não-não, não-não-não-não-não, não-não-não-não-não
Não-não-não-não-não-não, não-não-não-não-não, não-não-não-não-não
Você poderá, poderá me afundar sem aviso
Poderá, poderá me ferir até por capricho
Poderá porque quem pode, às vezes, tem o mal dentro
Você poderá tirar de mim o dinheiro, a voz, minha gente e o vinho também
Mas não a minha dignidade
Mas não a minha dignidade
Mas não a minha dignidade (minha dignidade)
Não-não-não-não-não-não, não-não-não-não-não, não-não-não-não-não
Não-não-não-não-não-não, não-não-não-não-não, não-não-não-não-não
Ah, eh
Ah, não, ah, mas não a minha dignidade
Ah, não, ah, não, mas não a minha dignidade
Ah, não, não, mas não a minha dignidade
Ê, ê, ah, mas não, não, não, ah, não
Mas não a minha dignidade!