Alergia-r (in The Pendiente)
Si estuvieras tomando
La ultima racion de agua
La dejarias de beber
Solo por que esta mala?
Es por que todo lo quieres
En charlola de plata
Y te impregnas a seres
Incitando hipocresia
Si estuveras comiendo
Un pedazo de tierra
Ya que ya no hay comida
Y la vida es la mierda
Te caeras a pedazos
Por vivir en tu tierra
Y no abres los brazos
Ni trabajas la hierba
Tu ni progresas ni creas
Tan mezquino futuro
El que vende maderas
Vade un leño seguro
Mientras tu te contemplas
En tu sucia escoria
Y en la terde te encuentras
Confinando la gloria
Por que de pan tu no vives
Tu vives de el fuero
Que millones de empleados
Multiplican el cero
Mas tu tranzas y no ves
Un futuro mejor
Cuando esas riquezas
Te haran perdedor
Soy alergico a tu sistema
Alergico a tu basura
Soy rebelde en tu gema
Soy la niebla segura
Que tu vida acecha
Que te clava la mente
Que te prende una mecha
Fucking in the pendiente
Y si tan solo pudieras
Adquirir un salario
Esperaria un momento
Para ver tu calvario
De intentos mas fracasos
Que terminan en trizas
De un triste salario
Que te sacaria risas
Por que no te importa
La vida de tus obreros
Ya que robas y mientes
Y se mueren enfermos
Sin un fiel sindicato
Sin una paga digna
Que la vida y el tacto
No dara su consignia
Soy alergico a tu sistema
Alergico a tu basura
Soy rebelde en tu gema
Soy la niebla segura
Que tu vida acecha
Que te clava la mente
Quien te prende la mecha
Fucking in the pendiente
Alergia-r (na Pendente)
Se você estivesse tomando
A última gota de água
Você pararia de beber
Só porque tá ruim?
É porque você quer tudo
Em prata reluzente
E se contamina com seres
Incitando hipocrisia
Se você estivesse comendo
Um pedaço de terra
Já que não tem comida
E a vida é uma merda
Você vai se despedaçar
Por viver na sua terra
E não abre os braços
Nem trabalha a grama
Você nem progride nem cria
Um futuro tão mesquinho
Quem vende madeira
Vende um tronco seguro
Enquanto você se contempla
Na sua sujeira
E à tarde você se encontra
Confinando a glória
Porque de pão você não vive
Você vive do foro
Que milhões de empregados
Multiplicam o zero
Mas você negocia e não vê
Um futuro melhor
Quando essas riquezas
Te farão perdedor
Sou alérgico ao seu sistema
Alergico à sua sujeira
Sou rebelde na sua gema
Sou a névoa certeira
Que a sua vida persegue
Que te crava a mente
Que acende um pavio
Fodendo na pendente
E se você pudesse
Conseguir um salário
Esperaria um momento
Pra ver seu calvário
De tentativas e fracassos
Que terminam em pedaços
De um triste salário
Que te faria rir
Porque você não se importa
Com a vida dos seus operários
Já que rouba e mente
E eles morrem doentes
Sem um fiel sindicato
Sem um pagamento digno
Que a vida e o toque
Não darão sua consignação
Sou alérgico ao seu sistema
Alergico à sua sujeira
Sou rebelde na sua gema
Sou a névoa certeira
Que a sua vida persegue
Que te crava a mente
Quem acende o pavio
Fodendo na pendente