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Açúcar no Café

Manuel Garcia

Azucar Al Cafe

Al amanecer el árbol dio su flor
Y cantó el ave en todo su esplendor
Tu canción.

Y al despertar no pude decir dos
Pero recordé cómo era tu voz
Diciendo amor.

Flores van girando en torno a ti otra vez
Giran como gira espuma en el café
Flores van girando en torno a ti otra vez

Y pensé en tu rostro mientras me lavé
Y te vi de nuevo en el agua que
Se fue.

Lluvias van cayendo en torno a ti también
Caen como cae azúcar al café
Lluvias van cayendo en torno a ti también.

Y la tarde fue más clara aún porque
Caminé sin rumbo hasta que me encontré
En el puerto.

Y al atardecer creí en el cielo ver
Y al atardecer creí en el cielo ver
Tus ojos.
Tus ojos.

Antes de acostarme y soñar después
Antes de acostarme y soñar después
Contigo.

Escribo esta carta y tomo un café
Y en su espuma gira lo que no alcancé
A decirte muy bien,
A decirte muy bien.

Açúcar no Café

Ao amanhecer a árvore deu sua flor
E o pássaro cantou em todo seu esplendor
Sua canção.

E ao acordar não consegui dizer duas
Mas lembrei como era sua voz
Dizendo amor.

Flores vão girando em torno a você outra vez
Giram como a espuma no café
Flores vão girando em torno a você outra vez

E pensei no seu rosto enquanto me lavei
E te vi de novo na água que
Se foi.

Chuvas vão caindo em torno de você também
Caem como cai açúcar no café
Chuvas vão caindo em torno de você também.

E a tarde foi ainda mais clara porque
Caminhei sem rumo até me encontrar
No porto.

E ao entardecer acreditei ver no céu
E ao entardecer acreditei ver no céu
Seus olhos.
Seus olhos.

Antes de me deitar e sonhar depois
Antes de me deitar e sonhar depois
Contigo.

Escrevo esta carta e tomo um café
E na sua espuma gira o que não consegui
Te dizer muito bem,
Te dizer muito bem.

Composição: Manuel Garcia