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Já Não (part. Thomas Yim)

Manuel Gonzalez

Ya No (part. Thomas Yim)

Todo comenzó, un domingo 26
Una simple llamada de interés
Escuche a un hombre, decir tu nombre

Pobre de mi corazón, partido en dos
Mis lágrimas secaron de tanto llorar
Una foto tuya borrada ya está

Expresando un dolor, al cual no se curar
Tomando una bebida, la cual pueda ser
(Ser, letal)

Saliendo a la calle y lograr encontrar
Buscando la manera, de poder liberar
Encontrarme de nuevo y empezar

Por más que trate no logro, olvidar

Un mundo de mentira fantaseando
Falsa expectativa
A tu lado pensé vivir de la dicha, pero todo fue un simple recuerdo

Ya no creo en el amor, ya no creo en el amor

Ya no, ya no
Ya no creo, ya no creo en el amor
Ya no, ya no
Ya no creo, ya no creo en el amor

Me encuentro en mi cuarto
Escribiendo poesía
Buscándome a mí mismo
En cada línea, cada día
Sangre, sudor y lágrimas
Es el alma de mi tinta
Por eso mi alma se filtra
En mi cuaderno con la incoó
Y en mi letra
Puedo ver como reflejan
Imágenes que están
Solamente en mi cabeza
A veces, soy bipolar
Pero estas alturas, quien no
Quien en su vida no ha tenido una disputa
Entre cerebro y corazón

Ya no, ya no
Ya no creo, ya no creo, en el amor
Ya no, ya no
Ya no creo, ya no creo, en el amor

Ya no, ya no
Ya no creo, ya no creo, en el amor
Ya no, ya no
Ya no creo, ya no creo, en el amor

Já Não (part. Thomas Yim)

Tudo começou, num domingo 26
Uma simples ligação de interesse
Ouvi um homem, dizer seu nome

Pobre do meu coração, partido em dois
Minhas lágrimas secaram de tanto chorar
Uma foto sua já foi apagada

Expressando uma dor, que não sei curar
Tomando uma bebida, que possa ser
(Ser, letal)

Saindo pra rua e tentando encontrar
Buscando um jeito, de me libertar
Me reencontrar e recomeçar

Por mais que eu tente, não consigo, esquecer

Um mundo de mentiras, fantasiando
Falsa expectativa
Ao seu lado pensei viver a felicidade, mas tudo foi só uma lembrança

Já não acredito no amor, já não acredito no amor

Já não, já não
Já não acredito, já não acredito no amor
Já não, já não
Já não acredito, já não acredito no amor

Me encontro no meu quarto
Escrevendo poesia
Buscando a mim mesmo
Em cada linha, todo dia
Sangue, suor e lágrimas
É a alma da minha tinta
Por isso minha alma se filtra
No meu caderno com a incoerência
E na minha letra
Posso ver como refletem
Imagens que estão
Somente na minha cabeça
Às vezes, sou bipolar
Mas a essa altura, quem não é?
Quem na vida não teve uma disputa
Entre cérebro e coração

Já não, já não
Já não acredito, já não acredito, no amor
Já não, já não
Já não acredito, já não acredito, no amor

Já não, já não
Já não acredito, já não acredito, no amor
Já não, já não
Já não acredito, já não acredito, no amor

Composição: Manuel Nicolas Garavito Gonzalez, Thomas Yim