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Labirintos (part. Lucero)

Manuel Mijares

Laberintos (part. Lucero)

Siempre tan cerca siempre tan lejos
Cuando tu vas yo regreso
Y por mientras
Si tu no estás yo muero

Por dentro bella por fuera hermosa
Siempre en mi vida más allá de la moda
Tu brillas
Con alas de luz propia

Y un laberinto
De sueños desintegrados
Entre tu vida y la mía
Es una sombra que no deja ver

Que tú y yo nacimos para amarnos
Agarrate fuerte de mi mano
Porque el destino se viste de seda
Y a veces nos ama pero otras nos golpea

Que los días sin ti hieren
Y las noches rasgan duelen
Que la vida jamás destruye este cielo
De volverte a ver

Viento implacable ola serena
La vida va de terciopelo
Y luego
De pronto se nos quiebra

Labirintos (part. Lucero)

Sempre tão perto, sempre tão longe
Quando você vai, eu volto
E enquanto isso
Se você não está, eu morro

Por dentro linda, por fora maravilhosa
Sempre na minha vida, além da moda
Você brilha
Com asas de luz própria

E um labirinto
De sonhos desfeitos
Entre sua vida e a minha
É uma sombra que não deixa ver

Que você e eu nascemos para nos amar
Agarre-se forte à minha mão
Porque o destino se veste de seda
E às vezes nos ama, mas outras nos machuca

Que os dias sem você ferem
E as noites rasgam, doem
Que a vida nunca destrói este céu
De te ver de novo

Vento implacável, onda serena
A vida é de veludo
E então
De repente, tudo se quebra

Composição: Jorge Avendaño