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No Meu Bairro

Manuel Ruiz Queco

En Mi Barrio

En mi barrio, la ley es del mas fuerte
Quien habla se arrepiente ... y en mi barrio

En mi barrio,
Rondan las fronteras,
Maderos en rancheras . .
En mi barrio

Los niños tienen miedo de engancharse,
Mendigos moribundos en las aceras
Madres que se alquilan en la calle
Sobrevivir es mas facil entre rejas que . . .

En mi barrio,
Ni estamos los que somos,
Ni somos los que estamos,
Quien de aqui se marcha,
Vuelve tarde o temprano
Y a mi barrio

En mi barrio,
Ni estamos los que somos,
Ni somos los que estamos,
Quien de aqui se marcha,
Vuelve tarde o temprano
Y a mi barrio

Y a mi barrio . . .

En mi barrio,
Quien nace está marcado,
Su futuro es marginado
Y en mi barrio . . .
En mi barrio,
A regimen forzado,
Hasta los perros mueren flacos,
En mi barrio . . . .

Los niños tienen miedo de engancharse,
Mendigos moribundos en las aceras,
Madres que se alquilan en la calle,
Sobrevivir es mas facil entre rejas que . . .

En mi barrio,
Ni estamos los que somos,
Ni somos los que estamos,
Quien de aqui se marcha,
Vuelve tarde o temprano,
Y a mi barrio

En mi barrio,
Ni estamos los que somos,
Ni somos los que estamos,
Quien de aqui se marcha,
Vuelve tarde o temprano,
Y a mi barrio

Canta conmigo,
Cada dia somos mas,
Los que vivimos esperando integrarnos en esta sociedad
Canta conmigo,
Cada dia somos mas,
Los que vivimos esperando integrarnos en esta sociedad

En mi barrio
Ni estamos los que somos,
Ni somos los que estamos,
Quien de aqui se marcha,
Vuelve tarde o temprano,
Y a mi barrio

En mi barrio,
Ni estamos los que somos,
Ni somos los que estamos,
Quien de aqui se marcha,
Vuelve tarde o temprano
Y a mi barrio
Ni estamos los que somos,
Ni somos los que estamos,
Quien de aqui se marcha,
Vuelve tarde o temprano,
Y a mi barrio . . .

No Meu Bairro

No meu bairro, a lei é do mais forte
Quem fala se arrepende ... e no meu bairro

No meu bairro,
As fronteiras estão por toda parte,
Policiais em viaturas . .
No meu bairro

As crianças têm medo de se envolver,
Mendigos moribundos nas calçadas
Mães que se alugam na rua
Sobreviver é mais fácil atrás das grades que . . .

No meu bairro,
Nem estamos todos os que somos,
Nem somos todos os que estamos,
Quem aqui se vai,
Volta tarde ou cedo
E pro meu bairro

No meu bairro,
Nem estamos todos os que somos,
Nem somos todos os que estamos,
Quem aqui se vai,
Volta tarde ou cedo
E pro meu bairro

E pro meu bairro . . .

No meu bairro,
Quem nasce já tá marcado,
Seu futuro é marginalizado
E no meu bairro . . .
No meu bairro,
Sob regime forçado,
Até os cães morrem magros,
No meu bairro . . . .

As crianças têm medo de se envolver,
Mendigos moribundos nas calçadas,
Mães que se alugam na rua,
Sobreviver é mais fácil atrás das grades que . . .

No meu bairro,
Nem estamos todos os que somos,
Nem somos todos os que estamos,
Quem aqui se vai,
Volta tarde ou cedo,
E pro meu bairro

No meu bairro,
Nem estamos todos os que somos,
Nem somos todos os que estamos,
Quem aqui se vai,
Volta tarde ou cedo,
E pro meu bairro

Canta comigo,
A cada dia somos mais,
Os que vivem esperando se integrar nessa sociedade
Canta comigo,
A cada dia somos mais,
Os que vivem esperando se integrar nessa sociedade

No meu bairro
Nem estamos todos os que somos,
Nem somos todos os que estamos,
Quem aqui se vai,
Volta tarde ou cedo,
E pro meu bairro

No meu bairro,
Nem estamos todos os que somos,
Nem somos todos os que estamos,
Quem aqui se vai,
Volta tarde ou cedo
E pro meu bairro
Nem estamos todos os que somos,
Nem somos todos os que estamos,
Quem aqui se vai,
Volta tarde ou cedo,
E pro meu bairro . . .