NO SIEMPRE DE A DOS
Como una ensoñación, montañas y lagos
así empezó.
Una en una millón de gotas de lluvia
mi piel rozó.
No era igual a ninguna, entre todas brilló
Y me pregunto : ¿será así el amor?:
¡ No siempre se siente de a dos!, Tara ra …
Como la realidad, tal vez en silencio
Poder descifrar.
Una luz debió ser, mis planes confusos
Iluminó sin querer.
No era igual a ninguna, entre todas brilló,
Debe ser así el amor… no siempre se siente de a dos!
Y soñé arrayanes y retamas gigantes en flor
Seguí todos sus pasos pero ella jamás me miró.
Es así el amor… no siempre se siente de a dos!
Si uno solo ha de amar
Que suerte que ese soy yo!
NEM SEMPRE É A DOIS
Como uma ilusão, montanhas e lagos
assim começou.
Uma em um milhão de gotas de chuva
minha pele tocou.
Não era igual a nenhuma, entre todas brilhou
E me pergunto: será assim o amor?:
¡ Não sempre se sente a dois!, Tara ra …
Como a realidade, talvez em silêncio
Poder decifrar.
Uma luz devia ser, meus planos confusos
Iluminou sem querer.
Não era igual a nenhuma, entre todas brilhou,
Deve ser assim o amor… não sempre se sente a dois!
E sonhei com arrayanes e retamas gigantes em flor
Segui todos os seus passos, mas ela nunca me olhou.
É assim o amor… não sempre se sente a dois!
Se um só tem que amar
Que sorte que esse sou eu!
Composição: GABRIEL SOULE