Perle
Potessi farlo, premio a parte
Quando perdo, dimmi te
Sei sola in panne, mille stanze
Che attraverso come te
Siamo distanti come perle
Che raccolgo dal parquet
E piove neve e sono io
Che piango neve e dico addio
Sì, sono a un passo dai rimpianti
Che io tengo tra me e me
A commentarli, sei miliardi
Delle stelle cosa c'è?
Chi cerca pace siamo in tanti
Chi è incapace come me
Chi cеrca pace, io prego Dio
Il mondo tace e sono io, ehi
Sono sottosopra, scrivo stesa in sofà
Ma pare che dal mio riflesso in posa
Gli occhi miei accesi sono come due fari
Che accecano i testi in croce
Dove i problemi son numeri pari
Se ad ogni mia crepa è doppia
Chissà se poi si accorcia
Vedo un labirinto, lo dipingo
A patti che è tutto normale
Sì, e penso quasi faccio bingo e poi distinguo
Il bene perché so che c'è il male
Ma scrivo tipo perché cambia, riascoltarla
E volano le farfalle, l'aria che riempiono, sì, poi la stanza
E posa in faccia e fuma come l'acqua gelata, sì
È che cerco riposo come cerchiamo un posto
Dimmi scompari quando un po' ripenso
E se è peggio, mi scordo
È giusto aspettare quando siamo soli
Quando urlo nel vuoto
Restiamo vivi, sì, come dei fiori
Quando fa freddo, io muoio a farlo
Un istante se ci perdo, dimmi te
Sei sola in panne, mille stanze
Che attraverso come te
Siamo distanti come perle
Che raccolgo dal parquet
E piove neve e sono io
Che piango neve e dico addio
Sì, sono a un passo dai rimpianti
Che io tengo tra me e me
A commentarli, sei miliardi
Delle stelle cosa c'è?
Chi cerca pace siamo in tanti
Chi è incapace come me
Chi cerca pace, io prego Dio
Il mondo tace e sono io
Sono immersa in un casino avvolto
Da quel fumo denso che mi acceca al suolo
Fingo ti detesto per amarti meno
Ma io più ci penso, più il mio ego è solo
Siamo l'anteprima con sipario aperto
Come faccio prima, gli occhi tuoi distolgo
È una partita persa e ho perso tempo
Che poi va a finire ancora un autogol
E mi dico sincera, non saliscendi
Come sciogli la neve sui fiocchi lenti
Come apro il mio viso sui resti accesi
Metto sopra il tuo dito, sì, ma in silenzio
Penso ai ricami che sulla giacca mi fanno le ali
E forse volano fuori dai guai
Quando mi guardi, no, non siamo guai
E penso cosa sia
Potessi farlo, premio a parte
Quando perdo, dimmi te
Sei sola in panne, mille stanze
Che attraverso come te
Siamo distanti come perle
Che raccolgo dal parquet
E piove neve e sono io
Che piango neve e dico addio
Sì, sono a un passo dai rimpianti
Che io tengo tra me e me
A commentarli, sei miliardi
Delle stelle cosa c'è?
Chi cerca pace siamo in tanti
Chi è incapace come me
Chi cerca pace, io prego Dio
Il mondo tace e sono io, ehi
Pérola
Se eu pudesse fazer isso, prêmio à parte
Quando eu perco, me diga
Você está sozinha, mil quartos
Que eu atravesso como você
Estamos distantes como pérolas
Que eu recolho do parquet
E está nevando e sou eu
Chorando neve e dizendo adeus
Sim, estou a um passo dos arrependimentos
Que eu guardo entre mim e mim
Para comentá-los, são bilhões
Das estrelas, o que há?
Quem procura paz, somos muitos
Quem é incapaz como eu
Quem procura paz, eu rezo a Deus
O mundo se cala e sou eu, ei
Estou de cabeça para baixo, escrevo estendida no sofá
Mas parece que do meu reflexo em pose
Meus olhos acesos são como dois faróis
Que cegam os textos em cruz
Onde os problemas são números pares
Se a cada rachadura minha é duplicada
Quem sabe se depois ela encurta
Vejo um labirinto, o pinto
Em um acordo que é tudo normal
Sim, e penso quase faço bingo e então distingo
O bem porque sei que há o mal
Mas escrevo tipo porque muda, reescutar
E as borboletas voam, o ar que elas enchem, sim, então a sala
E pousa no rosto e fuma como água gelada, sim
É que procuro descanso como procuramos um lugar
Me diga se some quando um pouco penso de novo
E se é pior, eu esqueço
É justo esperar quando estamos sozinhos
Quando eu grito no vazio
Permanecemos vivos, sim, como flores
Quando está frio, eu morro fazendo isso
Um instante se eu perder, me diga
Você está sozinha, mil quartos
Que eu atravesso como você
Estamos distantes como pérolas
Que eu recolho do parquet
E está nevando e sou eu
Chorando neve e dizendo adeus
Sim, estou a um passo dos arrependimentos
Que eu guardo entre mim e mim
Para comentá-los, são bilhões
Das estrelas, o que há?
Quem procura paz, somos muitos
Quem é incapaz como eu
Quem procura paz, eu rezo a Deus
O mundo se cala e sou eu
Estou imersa em um caos envolvida
Por aquela fumaça densa que me cega no chão
Finjo te detestar para te amar menos
Mas quanto mais penso, mais meu ego está sozinho
Somos a prévia com cortina aberta
Como faço antes, desvio teus olhos
É um jogo perdido e perdi tempo
Que acaba resultando em mais um gol contra
E me digo sincera, sem altos e baixos
Como derreto a neve nos flocos lentos
Como abro meu rosto para os restos acesos
Coloco sobre seu dedo, sim, mas em silêncio
Penso nos bordados que na jaqueta me fazem asas
E talvez voem para fora dos problemas
Quando você me olha, não, não somos problemas
E penso no que é
Se eu pudesse fazer isso, prêmio à parte
Quando eu perco, me diga
Você está sozinha, mil quartos
Que eu atravesso como você
Estamos distantes como pérolas
Que eu recolho do parquet
E está nevando e sou eu
Chorando neve e dizendo adeus
Sim, estou a um passo dos arrependimentos
Que eu guardo entre mim e mim
Para comentá-los, são bilhões
Das estrelas, o que há?
Quem procura paz, somos muitos
Quem é incapaz como eu
Quem procura paz, eu rezo a Deus
O mundo se cala e sou eu, ei