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Tamigi

Mara Sattei

Tamigi

Quando mi prende ti lascio da solo
Abbasso lo sguardo e ti vedo a terra
Sdraiato a terra, la faccia sul suolo
E tutto comincia quando finirà
Quello che dici, realizzo piccoli punti, sai
Quello che scrivi, realizzo tristi cose
Quando mi prende ti lascio da solo
Abbasso lo sguardo e ti vedo a terra
Sdraiato a terra, la faccia sul suolo
E tutto comincia quando finirà
Quello che dici, realizzo piccoli punti, sai
Quello che scrivi, realizzo tristi cose

M'ispiro a varie scene
Dentro un cinema scompaio tra le sedie
È una luce da sirene
C'è un oceano, sì, travolge stanze piene
Metto tutto a posto tranne l'ansia
Che non mi ricordo quando muore
Ho preso e grido: È tutto a posto, tranne in pancia
Chiudo e mi accartoccio come un fiore
Dici: Tutto è un gioco, dal sedile di una giostra
Svegliami quando si ferma
È che sono solo una pedina e cambio mossa
Ma coerente in ogni scelta
Ho gettato l'acqua del Tamigi in casa nostra
Chissà, forse ci disseta
Passami un'idea
È che sono al centro di una gravità, marea
E mi giro mentre guardo

Quando mi prende ti lascio da solo
Abbasso lo sguardo e ti vedo a terra
Sdraiato a terra, la faccia sul suolo
E tutto comincia quando finirà
Quello che dici, realizzo piccoli punti, sai
Quello che scrivi, realizzo tristi cose
Quando mi prende ti lascio da solo
Abbasso lo sguardo e ti vedo a terra
Sdraiato a terra, la faccia sul suolo
E tutto comincia quando finirà
Quello che dici, realizzo piccoli punti, sai
Quello che scrivi, realizzo tristi

Attenzione a che dici, chissà
In pratica capita penso mai niente
Fermi dinanzi, ma tu abbi pietà
Tutta sta in cima, ma nulla mi serve
E come spieghi che tutto cambia
Vivo, sì, in schemi che rompo ugualmente
Mentre ci lascio, sì, i particolari
Mentre lui dice: È vicino, e mente
Crolla tutto e risparisci, oh, madre, no
Come lo dico lo capisci? Dico: No
Come lo brindiamo in calici che incrocio
Passo di fretta, rimani, sì? Oh, madre, no
Posso sentir di che parli, sì oppure no
Disfiamo spesso i dettagli, sì per il gusto
Cambiamo forma e costanti, sì, lo giuro
Che tutto passa e rimani tu da solo
Quel che posso, la mia testa la conosco
Mi detesta, fa così, come costa
Lascia e resta la tempesta che attraversa, brividi
Quel che posso, la mia testa la nascondo
Mi detesta, fa così, come costa
Ma tu resta, la tempesta ci attraversa liberi

Quando mi prende ti lascio da solo
Abbasso lo sguardo e ti vedo a terra
Sdraiato a terra, la faccia sul suolo
E tutto comincia quando finirà
Quello che dici, realizzo piccoli punti, sai
Quello che scrivi, realizzo tristi cose
Quando mi prende ti lascio da solo
Abbasso lo sguardo e ti vedo a terra
Sdraiato a terra, la faccia sul suolo
E tutto comincia quando finirà
Quello che dici, realizzo piccoli punti, sai
Quello che scrivi, realizzo tristi cose

Tamigi

Quando me pega, te deixo sozinho
Baixo o olhar e te vejo no chão
Deitado no chão, o rosto no solo
E tudo começa quando termina
O que você diz, percebo pequenos pontos, sabe
O que você escreve, percebo coisas tristes
Quando me pega, te deixo sozinho
Baixo o olhar e te vejo no chão
Deitado no chão, o rosto no solo
E tudo começa quando termina
O que você diz, percebo pequenos pontos, sabe
O que você escreve, percebo coisas tristes

Me inspiro em várias cenas
Dentro de um cinema, desapareço entre as cadeiras
É uma luz de sirenes
Há um oceano, sim, que inunda salas cheias
Arrumo tudo exceto a ansiedade
Que não me lembro quando morre
Pego e grito: Está tudo bem, exceto na barriga
Me fecho e me enrolo como uma flor
Você diz: Tudo é um jogo, do assento de um carrossel
Me acorde quando parar
É que sou apenas uma peça e mudo de jogada
Mas coerente em cada escolha
Joguei a água do Tamisa em nossa casa
Quem sabe, talvez nos sacie
Me passe uma ideia
É que estou no centro de uma gravidade, maré
E me viro enquanto olho

Quando me pega, te deixo sozinho
Baixo o olhar e te vejo no chão
Deitado no chão, o rosto no solo
E tudo começa quando termina
O que você diz, percebo pequenos pontos, sabe
O que você escreve, percebo coisas tristes
Quando me pega, te deixo sozinho
Baixo o olhar e te vejo no chão
Deitado no chão, o rosto no solo
E tudo começa quando termina
O que você diz, percebo pequenos pontos, sabe
O que você escreve, percebo coisas tristes

Atenção ao que você diz, quem sabe
Na prática, acontece, penso em nada
Parado diante, mas tenha piedade
Tudo está no topo, mas nada me serve
E como explicar que tudo muda
Vivo, sim, em padrões que quebro igualmente
Enquanto deixo, sim, os detalhes
Enquanto ele diz: Está perto, e mente
Tudo desaba e desaparece, oh, mãe, não
Como digo, você entende? Digo: Não
Como brindamos em taças que cruzo
Passo rápido, fique, sim? Oh, mãe, não
Posso ouvir do que você fala, sim ou não
Desfazemos frequentemente os detalhes, sim pelo gosto
Mudamos forma e constantes, sim, eu juro
Que tudo passa e você fica sozinho
O que posso, minha cabeça eu conheço
Ela me detesta, faz assim, como custa
Deixa e fica a tempestade que atravessa, arrepios
O que posso, minha cabeça eu escondo
Ela me detesta, faz assim, como custa
Mas você fica, a tempestade nos atravessa livres

Quando me pega, te deixo sozinho
Baixo o olhar e te vejo no chão
Deitado no chão, o rosto no solo
E tudo começa quando termina
O que você diz, percebo pequenos pontos, sabe
O que você escreve, percebo coisas tristes
Quando me pega, te deixo sozinho
Baixo o olhar e te vejo no chão
Deitado no chão, o rosto no solo
E tudo começa quando termina
O que você diz, percebo pequenos pontos, sabe
O que você escreve, percebo coisas tristes