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Descendente de Rei

Marcelino Rap

Letra

    Um poeta a moda antiga, com poesia nas veias
    Escreve com pena e tinta, e seu sonho põe centelhas

    Eu não ligo pra dor de ter que lutar
    Pelo meu respeito, direito e lugar
    Enquanto eu for cor não vou descansar
    O orgulho da pele na pele vou sempre levar

    O meu tom é uma noite estrelada e bonita
    Meu cabelo dá voltas, idas e vindas mais lindas
    E nada disso me faz melhor ou pior
    Somos todos iguais, somos feitos do pó

    Mas não venha querer distorcer minha história
    Que meu povo era escravo e não sabia o que é Vitória
    Achando que me engana
    Achando que eu não sei
    O meu povo é próspero
    Sou descendente de Rei

    E querendo ou não vai ter preto no topo
    De igual pra igual independente do gosto
    Abraçando a alegria e conquistando a Vitória
    Então respeita o nosso jeito
    Então respeita nossa história

    Nossa carne
    Nosso sangue
    Lágrimas e suor
    São iguaizinhas as suas
    Nem melhor nem pior

    E o meu coração, indignado ainda pulsa
    Por julgamentos, covardes causadas de forma injusta

    Uns admiram heróis de história em quadrinho
    Eu a Obama, Pelé e em primeiro Jesus Cristo
    Camila Pitanga, DMX, Sabotage e Tupac
    Leci Brandão, Mano Brown e dos Palmares Zumbi

    Por isso não pare
    Não aceite
    Não desista
    Continue a lutar
    Estude persista

    Ame a sua cor
    Seus traços
    Seu cabelo
    Invista, tenha descendência
    Mais um negro herdeiro

    E que a herança seja a tão almejada Vitória
    Igualdade, respeito, que seja assim a nossa história
    Hu Hu Hu Iê Iê Iê

    Eu não ligo pra dor de ter que lutar
    Pelo meu respeito, direito e lugar
    Enquanto eu for cor não vou descansar
    O orgulho da pele na pele vou sempre levar

    O meu tom é uma noite estrelada e bonita
    Meu cocão degrade, minha incógnita infinita
    E nada disso me faz melhor ou pior
    Somos todos iguais, somos feitos do pó

    Mas não venha querer distorcer minha história
    Que meu povo era escravo e não sabia o que é Vitória
    Achando que me engana
    Achando que eu não sei
    O meu povo é próspero
    Sou descendente de Rei

    E querendo ou não vai ter preto no topo
    De igual pra igual independente do gosto
    Abraçando a alegria e conquistando a Vitória
    Então respeita o nosso jeito
    Então respeita nossa história
    Nossa carne
    Nosso sangue
    Lágrimas e suor
    São iguaizinhas as suas
    Nem melhor nem pior

    E o meu coração, indignado ainda pulsa
    Por julgamentos covardes causadas de forma injusta

    Uns admiram heróis de história em quadrinho
    Eu a Obama, Pelé e em primeiro Jesus Cristo
    Camila Pitanga, DMX, Sabotage e Tupac
    Leci Brandão, Mano Brown e dos Palmares Zumbi
    Por isso não pare
    Não aceite
    Não desista
    Continue a lutar
    Estude persista
    Ame a sua cor
    Seus traços
    Seu cabelo

    Invista, tenha descendência
    Mais um negro herdeiro

    E que a herança seja a tão almejada vitória
    Igualdade, respeito, que seja assim a nossa história
    Hou hou hou hou.
    liberdade de expressão orra
    Hou hou hou hou


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