SETEMBROU
Márcia Jácomo
Passarim pousou no pé de ipê, setembrou meu amor
Flores roxas, rosas e amarelas, enfeitando seus cabelos, na moldura da janela
Bem-te-vi quando te viu, saudades deixou
Tão logo partiu, meu fogo apagou
Bem-te-vi quando te viu, saudades deixou
Tão logo partiu, riacho secou
Eta saudade que dói no peito, que amarga feito fel
Ela, dói, dói, dói, dói
Ela, dói, dói, dói, dói
Ela, dói, dói, dói, dói
Ela, dói, dói, dói, dói
No sustenido da dor, o encanto se desfaz, como flor de ipê que cai no cerrado e vira pó
No sustenido da dor, o encanto se desfaz, como flor de ipê que cai
Eta saudade que dói no peito, que amarga feito fel
Ela, dói, dói, dói, dói
Ela, dói, dói, dói, dói
Ela, dói, dói, dói, dói
Ela, dói, dói, dói, dói
No sustenido da dor, o encanto se desfaz, como flor de ipê que cai no cerrado e vira pó
No sustenido da dor, o encanto se desfaz, como flor de ipê que cai
Esperanto setembro



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