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Letra

    Um cara como eu devia ter um calo, no lugar do coração
    Devia trazer duas pedras na mão
    Deivia cantar, como quem cospe no chão
    Um cara como eu sabe do que fala, quando diz do desamor, da solidão
    da dor que não passou, desilusão de não saber onde errou...
    Mas toda rasteira, cada tombo e as porradas mais doidas, todo susto nessa vida, me fazem mais forte e eu vou em frente forjando aço e afiando o corte
    Eu sou duro na queda hard core, mas não perco a ternura jamais
    Eu vou a guerra, mas sou de paz
    Se num soco eu beijo a lona, eu me levanto
    E o sangue agridoce em minha boca é o mesmo que me aquece o coração
    toda a rasteira, cada tombo, e as porradas mais doidas, todo susto nessa vida me fazem mais forte e eu vou em frente forjando aço e afiando o corte
    Eu sou duro na queda hard core, mas não perco a ternura jamais
    Eu vou a guerra, mas sou de paz
    Se num soco eu beijo a lona, eu me levanto
    E o sangue agridoce em minha boca é o mesmo que me aquece o coração
    Eu sou duro na queda hard core, mas não perco a ternura jamais
    Eu vou a guerra, mas sou de paz
    Se num soco eu beijo a lona, eu me levanto
    E o sangue agridoce em minha boca é o mesmo que me aquece o coração


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