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A Liberdade

Marco Masini

La libertad

Con mi ropa sucia en una silla
y mi cama con muy mal aspecto,
con tu foto que me humilla,
vivo en un desorden imperfecto.

Con la barba ya de siete días,
la colada se va amontonando,
no tengo camisas,
seguiré engordando,
un desastre en el espejo, mas...

Viva la libertad,
de tomarte la vida así, tal como viene,
dejándote llevar,
porque un hombre sin nadie mejor se defiende.
viva la libertad,
las mujeres te absorben mas pronto o mas tarde,
todo esta visto ya,
he aprendido a emplear como escudo, la libertad.

Tras la tempestad viene la calma,
la ventana esta llena de idilios,
siento ganas de cruzarla,
ver una película de niños.

Mira, dictador cariño mío,
yo sin ti continuare lo mismo,
seguiré viviendo
aun sin tu permiso
hoy, mañana y siempre se verá.

Viva la libertad,
yo quisiera ser mas egoísta que un gato,
pero con la humildad
de aceptarme tal cual, porque nadie es perfecto,
viva la libertad,
cada día que pasa se vuelve más dura,
y si no te la dan se convierte en locura,
pero esto es la libertad.

Un domingo más, que mal, por estar sin ti,
demasiada libertad para estar aquí,
es tu amor el último, pero no el final,
es un simple accidente que rompe mi libertad.

Nada que comentar,
acabado el verano de nuestros pecados,
solos en este bar,
envidiando el valor de los enamorados,
que nos sucederá,
jugaremos un juego de amores cruzados,
o no se encontrarán
y habrá sido de idiotas perderse en la libertad.

Si, seria de idiotas, sería un final fatal,
que dos enamorados prefieran la libertad.

A Liberdade

Com minha roupa suja numa cadeira
E minha cama com péssimo aspecto,
Com sua foto que me humilha,
Vivo em uma bagunça imperfeita.

Com a barba já de sete dias,
As roupas sujas vão se acumulando,
Não tenho camisas,
Vou continuar engordando,
Um desastre no espelho, mas...

Viva a liberdade,
De levar a vida assim, como ela vem,
Deixando-se levar,
Porque um homem sem ninguém se defende melhor.
Viva a liberdade,
As mulheres te absorvem mais cedo ou mais tarde,
Tudo já está visto,
Aprendi a usar como escudo, a liberdade.

Depois da tempestade vem a calma,
A janela está cheia de idílios,
Sinto vontade de cruzá-la,
Ver um filme de crianças.

Olha, ditador, meu amor,
Eu sem você vou continuar do mesmo jeito,
Vou seguir vivendo
Mesmo sem sua permissão
Hoje, amanhã e sempre se verá.

Viva a liberdade,
Eu queria ser mais egoísta que um gato,
Mas com a humildade
De me aceitar como sou, porque ninguém é perfeito,
Viva a liberdade,
A cada dia que passa fica mais difícil,
E se não te dão, isso vira loucura,
Mas isso é a liberdade.

Mais um domingo, que merda, por estar sem você,
Liberdade demais para estar aqui,
Seu amor é o último, mas não o final,
É um simples acidente que quebra minha liberdade.

Nada a comentar,
Acabou o verão dos nossos pecados,
Sozinhos neste bar,
Invejando a coragem dos apaixonados,
O que nos acontecerá,
Vamos jogar um jogo de amores cruzados,
Ou não vão se encontrar
E vai ter sido idiota se perder na liberdade.

Sim, seria idiota, seria um final fatal,
Que dois apaixonados prefiram a liberdade.

Composição: Giampiero Bigazzi / J. Badia / Marco Masini