
Correnteza
Marcos Almeida
Lembra aquela noite, quando abriu a porta pra mim
Antes suspirava seu tédio
Incrédula e perplexa perante o fim
Enfim o inesquecível culto pensava enquanto descia a ladeira da capela
Parecia a Cinderela, do conto de fadas
Saída das páginas de um livro de Nárnia
Sem saber o que fazer aqui
Tranquila, vai fluindo
Uma doida, às vezes santa
Deixa descobrir
Quem resiste à correnteza?
Acostumado aos sons do subsolo
Estranhava as tristes canções da rua
À luz da Lua um desconcerto, desassosego
Seu desespero, a alma nua
Então percebeu, por um segundo
Que a dor imensa, a dor do mundo te abraçava
Arrancava meras certezas
E as correntezas que te levavam eram belas correntes de amor
Amor
Tranquila, vai fluindo
Uma doida, às vezes santa
Deixa descobrir
Quem resiste à correnteza?



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Marcos Almeida e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: