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O Quarto

Marcus Foster

The Room

Pace yourself
and take things slow.
Nothing here can change us now.
Rain may fall and shadows grow
but time has stalled the world somehow.

The moon is on the rise.
I'm frozen in your eyes.
The room is wrapped in dust and silence,
keeping out the night.
Keeping out the night.
Keeping out the night.

The gate may rust and the tide may turn
and friends may go their separate ways.
Father's trust their child to learn
how to spend their dyin' day.
Dyin' day.
Dyin' day.
Dyin' day.

I'm taken by your hand
Like the stones set in the sand.
The room is charged with ghosts of voices
meeting our demands.
Meeting our demands.
Meeting our demands.

Well the sky may crack
and the world may tumble.
The streets may see your endless gaze.
Time keeps track when cities,
when cities crumble.
But I was born to call your name.
Call your name
I said call your name
I call your name
Call your, call your name
Call your name

The gnawing of the dark,
gnawing of, gnawing of the dark.
The echoes, echoes of a dream.
Dream.
Now the room is folding in your arms,
a sight I've never seen.
A sight I've never seen.
Never seen
Never seen
Never, ever
Never seen

Pace yourself
and take things slow
nothing here can change.

Nothing here can change.

O Quarto

Acalme-se
E leve as coisas devagar.
Nada aqui pode nos mudar agora.
A chuva pode cair e as sombras crescer
mas o tempo parou o mundo de alguma forma.

A lua está subindo.
Estou congelado nos seus olhos.
O quarto está envolto em poeira e silêncio,
mantendo a noite afastada.
Mantendo a noite afastada.
Mantendo a noite afastada.

O portão pode enferrujar e a maré pode mudar
e os amigos podem seguir caminhos diferentes.
Os pais confiam seus filhos para aprender
como passar seu dia de despedida.
Dia de despedida.
Dia de despedida.
Dia de despedida.

Estou segurando sua mão
Como as pedras cravadas na areia.
O quarto está carregado com fantasmas de vozes
atendendo nossas demandas.
Atendendo nossas demandas.
Atendendo nossas demandas.

Bem, o céu pode rachar
e o mundo pode desabar.
as ruas podem ver seu olhar sem fim.
O tempo registra quando as cidades,
quando as cidades desmoronam.
Mas eu nasci para chamar seu nome.
Chamar seu nome
Eu disse chamar seu nome
Eu chamo seu nome
Chamar seu, chamar seu nome
Chamar seu nome.

O roer da escuridão,
roer da, roer da escuridão.
Os ecos, ecos de um sonho.
Sonho.
Agora o quarto está se dobrando em seus braços,
um espetáculo que eu nunca vi.
Um espetáculo que eu nunca vi.
Nunca vi
Nunca vi
Nunca, jamais
Nunca vi.

Acalme-se
e leve as coisas devagar
nada aqui pode mudar.

Nada aqui pode mudar.

Composição: Marcus Foster