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Cântico do Caixão

Marduk

Coffin Carol

Funeral hunger meets funeral thirst
The fruit of the grave is aglow
Tomb-flower honey, sap from a blooming hearse
Sweet nectar of death in me flows

The church bell is swollen
And ready to give birth
Sweet nectar of death from below

Jingle shovels bring
Exult and a joyous carol sing

Grave words of darkness in grave-lantern light
Your death is a Sun among stars
A torch turned upside-down in order to ignite
The grave lantern in my heart

Your death is a green field
Your coffin a blue sky
Your funeral is a warm hug

On each eye, a coin
Extol and our coffin carol join

Milk from a fresh casket churned into mirth
Grapes of decay stomped into wine
Salvation is a puddle of hallowed dirt
In which we now must wallow like swine

Your death is a true friend
Your grave a caring nurse
Within whom we now must wallow like swine

Cântico do Caixão

A fome fúnebre encontra a sede fúnebre
O fruto da tumba está a brilhar
Mel de flores de túmulo, a seiva de um carro fúnebre em flor
O doce néctar da morte flui em mim

O sino da igreja está inchado
E pronto para dar à luz
Doce néctar da morte vindo de baixo

Ao som do tilintar das pás, venham trazer
Exaltação, e um alegre canto entoar

Palavras fúnebres de trevas à luz das lamparinas dos mortos
Sua morte é um Sol entre estrelas
Uma tocha virada de cabeça para baixo para acender
A lamparina do cemitério em meu coração

Sua morte é um campo verde
Seu caixão é um céu azul
Seu funeral é um abraço caloroso

Em cada olho, uma moeda
Louvem, e ao nosso coro de caixão se juntem

Leite de uma urna fresca batido em euforia
Uvas da decadência pisadas em vinho
A salvação é uma poça de lama sagrada
Na qual agora devemos nos espojar como porcos

Sua morte é uma verdadeira amiga
A sua tumba, uma enfermeira zelosa
Dentro da qual agora devemos nos espojar como porcos