Messzi Hajnal
Sötét fellegek felettem az égen,
Sötét árnyak mögöttem az úton,
Csendes helyen a magányra vágyva,
Sûrû ködben a Halált találtam.
Rombadõlt sírok közt fáradtan állva,
Életért harcolva, a hajnalra várva,
Érzem, hogy gyûlnek a véremre várva,
Rég halott Emberek nyugvást nem találva.
Vaskaput behúzva, síromat bezárva,
Állok a semmiben, a hajnalra várva!
Nem érzem, nem érzem, nem érzem ezt a kínt! Nem érem, nem érem, nem érem el soha a fényt!
A hajnal még messze, a testem már gyenge,
Utolsó esélyem egy kripta sötétje!
Vaskaput behúzva, síromat bezárva,
Állok a semmiben, a hajnalra várva!
Nem érzem, nem érzem, nem érzem ezt a kínt! Nem érem, nem érem, nem érem el soha a fényt!
Amanhecer Distante
Nuvens escuras acima de mim no céu,
Sombras escuras atrás de mim na estrada,
Em um lugar silencioso, desejando solidão,
No nevoeiro denso, encontrei a Morte.
Entre tumbas em ruínas, cansado, parado,
Lutando pela vida, esperando o amanhecer,
Sinto que se acumulam, esperando meu sangue,
Mortos há muito tempo, sem descanso a procurar.
Portão de ferro fechado, meu túmulo trancado,
Estou no nada, esperando o amanhecer!
Não sinto, não sinto, não sinto essa dor! Não alcanço, não alcanço, não alcanço nunca a luz!
O amanhecer ainda está longe, meu corpo já fraco,
Minha última chance é a escuridão de uma cripta!
Portão de ferro fechado, meu túmulo trancado,
Estou no nada, esperando o amanhecer!
Não sinto, não sinto, não sinto essa dor! Não alcanço, não alcanço, não alcanço nunca a luz!