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Amanhecer Distante

Mare Crisium

Messzi Hajnal

Sötét fellegek felettem az égen,
Sötét árnyak mögöttem az úton,
Csendes helyen a magányra vágyva,
Sûrû ködben a Halált találtam.

Rombadõlt sírok közt fáradtan állva,
Életért harcolva, a hajnalra várva,
Érzem, hogy gyûlnek a véremre várva,
Rég halott Emberek nyugvást nem találva.

Vaskaput behúzva, síromat bezárva,
Állok a semmiben, a hajnalra várva!
Nem érzem, nem érzem, nem érzem ezt a kínt! Nem érem, nem érem, nem érem el soha a fényt!

A hajnal még messze, a testem már gyenge,
Utolsó esélyem egy kripta sötétje!

Vaskaput behúzva, síromat bezárva,
Állok a semmiben, a hajnalra várva!
Nem érzem, nem érzem, nem érzem ezt a kínt! Nem érem, nem érem, nem érem el soha a fényt!

Amanhecer Distante

Nuvens escuras acima de mim no céu,
Sombras escuras atrás de mim na estrada,
Em um lugar silencioso, desejando solidão,
No nevoeiro denso, encontrei a Morte.

Entre tumbas em ruínas, cansado, parado,
Lutando pela vida, esperando o amanhecer,
Sinto que se acumulam, esperando meu sangue,
Mortos há muito tempo, sem descanso a procurar.

Portão de ferro fechado, meu túmulo trancado,
Estou no nada, esperando o amanhecer!
Não sinto, não sinto, não sinto essa dor! Não alcanço, não alcanço, não alcanço nunca a luz!

O amanhecer ainda está longe, meu corpo já fraco,
Minha última chance é a escuridão de uma cripta!

Portão de ferro fechado, meu túmulo trancado,
Estou no nada, esperando o amanhecer!
Não sinto, não sinto, não sinto essa dor! Não alcanço, não alcanço, não alcanço nunca a luz!

Composição: