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Bulería

Maria del mal

Bulería

La sed le quema las venas
Su piel ya casi no abriga
Y los huesos que aguantan sus penas
Ya no cicatrizan, ya no cicatrizan
Y los huesos que aguantan su cuerpo
Le mienten diciendo que son siete vidas

Morir fue siempre tan fácil
Volar, sus alas le pesan
Ya se ha olido que el tiempo es viajero
Y que nunca regresa, y que nunca regresa
Ya se ha olido que el tiempo es mujer
Que primero te besa y que luego te deja

Por fin, la noche regresa
Que al Sol sus alas se secan
Y al sentirse tan sucio y tan hueco
El dejarlo le tienta, y dejarlo le tienta
Cuando algo le dice por dentro
Camina o revienta, camina o revienta

Morder el polvo otra vez
De pie que aquí no hay dolor
Perder, he perdido ya ese tren
Caer, no puedo caer más

Acuéstate y apaga la luz, sin pensar en nada
No queda en tu mirada más que un poco de azul y en tu piel cansada
Quizás si te regalo una flor, no sirvió de nada
Miré un poco hacia adentro y descubrí tu ambición que escondida estaba

Sabe que no hay que parar, ¡y está sin aire ya!
Sabe que no hay que parar, ¡y sigue la lucha!
Sabe que no hay que parar, ¡y está sin aire ya!
Sabe que no hay que parar, ¡y sigue la lucha!
Sabe que no hay que parar, ¡y está sin aire ya!
Sabe que no hay que parar, ¡y sigue la lucha!
Sabe que no hay que parar, ¡y está sin aire ya!
Sabe que no hay que parar, ¡y sigue la lucha!
Y está sin aire ya, y sigue la lucha
Y está sin aire ya, y sigue la lucha

Sabe que no hay que parar, ¡y está sin aire ya!
Sabe que no hay que parar, ¡y sigue la lucha!
Sabe que no hay que parar, ¡y está sin aire ya!
Sabe que no hay que parar, ¡y sigue la lucha!

Bulería

A sede queima suas veias
Sua pele já quase não abriga
E os ossos que suportam suas dores
Já não cicatrizam, já não cicatrizam
E os ossos que sustentam seu corpo
Mentem pra ela dizendo que são sete vidas

Morrer sempre foi tão fácil
Voar, suas asas pesam
Já se percebeu que o tempo é viajante
E que nunca volta, e que nunca volta
Já se percebeu que o tempo é mulher
Que primeiro te beija e depois te deixa

Finalmente, a noite volta
Que ao Sol suas asas secam
E ao se sentir tão sujo e tão vazio
Deixá-lo a tenta, e deixá-lo a tenta
Quando algo lhe diz por dentro
Caminhe ou exploda, caminhe ou exploda

Morder a poeira outra vez
De pé que aqui não há dor
Perder, já perdi esse trem
Cair, não posso cair mais

Deite-se e apague a luz, sem pensar em nada
Não resta em seu olhar mais que um pouco de azul e em sua pele cansada
Talvez se eu te der uma flor, não adiantou de nada
Olhei um pouco pra dentro e descobri sua ambição que estava escondida

Saiba que não pode parar, e já está sem ar!
Saiba que não pode parar, e continua a luta!
Saiba que não pode parar, e já está sem ar!
Saiba que não pode parar, e continua a luta!
Saiba que não pode parar, e já está sem ar!
Saiba que não pode parar, e continua a luta!
Saiba que não pode parar, e já está sem ar!
Saiba que não pode parar, e continua a luta!
E já está sem ar, e continua a luta
E já está sem ar, e continua a luta

Saiba que não pode parar, e já está sem ar!
Saiba que não pode parar, e continua a luta!
Saiba que não pode parar, e já está sem ar!
Saiba que não pode parar, e continua a luta!

Composição: