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4 Moneas (Segundo Sta. Dolores)

María Peláe

4 Moneas (Según Sta. Dolores)

No es suerte, yo tengo trabajá la suerte
Por eso voy de frente, que yo me curo con aguardiente
No pienses que queda algo pendiente
Que yo ahora estoy al dente, y tú aún estás tan verde

Sin ganas de escucharte, vaya, con el cariño a raya
Que si me pinchan en el pecho no sangra, que no sea tonta
Mira no es que sea mala, en la piscina eres quién se hace el muerto
Me eché las cartas y salieron tres cuernos, por Dios
Déjate el cuento, que hemos venío a comernos

Quéate, que yo te quiero, te quiero comer
Y que no sepas que es tu última vez
Tú esta noche me vas a entretener
Quéate, que yo te quiero, te quiero comer
Y que no sepas que es tu última vez
Tú esta noche me vas a entretener

Quererte, yo no llegué a quererte, ni tampoco creerte
Que yo leo las mentes, que me apesao la frente
Por cuatro moneas de na me vendes
Con tu puñal me hice unos pendientes, me pone verde apretar los dientes

Sin rencor ni cariño
Cada uno por su lado, no hay más lío
Que esto se ha acabao, es sencillo
Pero antes de dejarte me doy el capricho

No es suerte, yo tengo trabajá la suerte
Por eso voy de frente, que yo me curo con aguardiente

Quéate, que yo te quiero, te quiero comer
Y que no sepas que es tu última vez, tú esta noche me vas a entretener
Quéate, que yo te quiero, te quiero comer
Y que no sepas que es tu última vez, tú esta noche me vas a entretener

Juego, como me suelto el pelo
Sabiendo que te encelo, yo me lo paso mejor
Juego, como me suelto el pelo
Sabiendo que te encelo, yo me lo paso mejor
Juego, como me suelto el pelo
Sabiendo que te encelo, yo me lo paso mejor
Juego, como me suelto el pelo
Sabiendo que te encelo, yo me lo paso mejor

4 Moneas (Segundo Sta. Dolores)

Não é sorte, eu tenho que trabalhar a sorte
Por isso vou de frente, que eu me curo com cachaça
Não pense que ficou algo pendente
Que agora tô afiado, e você ainda tá tão cru

Sem vontade de te ouvir, vai, com o carinho na medida
Que se me furar o peito não sangra, não seja boba
Olha, não é que eu seja má, na piscina você é quem finge que tá morto
Joguei as cartas e saíram três chifres, pelo amor de Deus
Deixa de história, que viemos pra nos devorar

Fica, que eu te quero, quero te comer
E que você não saiba que é sua última vez
Você essa noite vai me entreter
Fica, que eu te quero, quero te comer
E que você não saiba que é sua última vez
Você essa noite vai me entreter

Te amar, eu não cheguei a te amar, nem a te crer
Que eu leio mentes, que me pesa a testa
Por quatro moneas de nada você me vende
Com seu punhal fiz uns brincos, me dá raiva apertar os dentes

Sem rancor nem carinho
Cada um pro seu lado, não tem mais confusão
Que isso acabou, é simples
Mas antes de te deixar, eu me dou o capricho

Não é sorte, eu tenho que trabalhar a sorte
Por isso vou de frente, que eu me curo com cachaça

Fica, que eu te quero, quero te comer
E que você não saiba que é sua última vez, você essa noite vai me entreter
Fica, que eu te quero, quero te comer
E que você não saiba que é sua última vez, você essa noite vai me entreter

Brincadeira, como eu solto o cabelo
Sabendo que te deixo com ciúmes, eu me divirto mais
Brincadeira, como eu solto o cabelo
Sabendo que te deixo com ciúmes, eu me divirto mais
Brincadeira, como eu solto o cabelo
Sabendo que te deixo com ciúmes, eu me divirto mais
Brincadeira, como eu solto o cabelo
Sabendo que te deixo com ciúmes, eu me divirto mais

Composição: María Peláe