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Memórias de Amar (part. Jorge Mlikota)

María Valeria Pastrana López

Memorias de Amar (part. Jorge Mlikota)

Con ese gusto a desvelo
Se va arrastrando la noche
Y aunque parezca un reproche
Es solo el irte a buscar

Recuerdo que los reflejos
Dibujan sobre el espejo
De mi memoria de amar
Recuerdo que los reflejos
Dibujan sobre el espejo
De mi memoria de amar

Puedes llamar la nostalgia
Locuras del que a perdido
Caprichos de sin sentido
Lo llama la soledad
Pero no pidas olvido
Si al fin por eso he venido
En mi memoria de amar
Pero no pidas olvido
Si al fin por eso he venido
En mi memoria de amar

Yo siento que te he querido
Te estoy queriendo y querré
No sé qué pasa contigo
Si estás buscando otro nido
Para apagar tanta sed
Pero aquí tienes tu amor
Todo el amor que reclames
Por si decides volver

Por las hendijas del tiempo
Tus ojos vienen conmigo
Son mi candil y mi abrigo
Y no los quiero apagar
Porque este amor florecido
No se resigna al olvido
En mi memoria de amar
Porque este amor florecido
No se resigna al olvido
En mi memoria de amar

Con la esperanza de verte
Voy desandando el camino
Y en la paciencia del vino
Siempre te vuelvo a encontrar
Que nadie venga y despierte
Tus sueños que están presentes
En mi memoria de amar
Que nadie venga y despierte
Tus sueños que están presentes
En mi memoria de amar

Memórias de Amar (part. Jorge Mlikota)

Com esse gosto de insônia
A noite vai se arrastando
E embora pareça um reproche
É só o ir te procurar

Lembro que os reflexos
Desenham sobre o espelho
Da minha memória de amar
Lembro que os reflexos
Desenham sobre o espelho
Da minha memória de amar

Você pode chamar de nostalgia
Loucuras de quem perdeu
Caprichos sem sentido
A solidão chama assim
Mas não peça esquecimento
Se foi por isso que eu vim
Na minha memória de amar
Mas não peça esquecimento
Se foi por isso que eu vim
Na minha memória de amar

Eu sinto que eu te amei
Estou te amando e amarei
Não sei o que acontece contigo
Se você está buscando outro abrigo
Pra apagar tanta sede
Mas aqui está o seu amor
Todo amor que você pedir
Caso decida voltar

Pelas frestas do tempo
Teus olhos vêm comigo
São minha luz e meu abrigo
E não quero apagar
Porque esse amor florescido
Não se resigna ao esquecimento
Na minha memória de amar
Porque esse amor florescido
Não se resigna ao esquecimento
Na minha memória de amar

Com a esperança de te ver
Vou desandando o caminho
E na paciência do vinho
Sempre te encontro de novo
Que ninguém venha e desperte
Teus sonhos que estão presentes
Na minha memória de amar
Que ninguém venha e desperte
Teus sonhos que estão presentes
Na minha memória de amar