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Zambra

Luis Mariano

Zambra

Por to' lo mal que conmigo te habías porta'o
Hasta del Santo 'e tu nombre me había olvida'o

Ay, pero no pue' ser
Todo será igual
Si te vuelvo a ver

Gitana, tu zambra la Alhambra la viene a contar
Porque aquel rey moro al dejarla se puso a llorar
No hay nada en Granada que pueda tu zambra olvidar
Cristianos y moros la hicieron del mismo cantar

Quiero vivir en Granada pa' poder oír
La campana de la Vela cuando vi a dormir

Ay, no permita Dios
Que por na' de na'
No la sienta yo

España es la novia bonita del cante andaluz
La copla, un camino de gloria pasando una cruz
El baile, un revuelo de faldas en el cielo azul
Y en medio del cielo, gitana, bailando estás tú

Ay, pero no pue' ser
Todo será igual
Si te vuelvo a ver

Zambra

Por tudo que você fez de errado comigo
Até do Santo do seu nome eu tinha me esquecido

Ai, mas não pode ser
Tudo vai ser igual
Se eu te ver de novo

Gitana, sua zambra a Alhambra vem contar
Porque aquele rei mouro ao deixá-la começou a chorar
Não há nada em Granada que possa sua zambra esquecer
Cristãos e mouros fizeram do mesmo cantar

Quero viver em Granada pra poder ouvir
A campana da Vela quando eu for dormir

Ai, que Deus não permita
Que por nada, nada
Eu não sinta você

Espanha é a noiva bonita do canto andaluz
A copla, um caminho de glória passando por uma cruz
A dança, um reboliço de saias no céu azul
E no meio do céu, gitana, você está dançando

Ai, mas não pode ser
Tudo vai ser igual
Se eu te ver de novo

Composição: Jesus Rivas / Francisco Montoya / Ignacio Sotomayor