Tradução gerada automaticamente
El Oficio de Ser Sombra
Mariano Torrent
A Arte de Ser Sombra
El Oficio de Ser Sombra
Zarpo em navios fantasmas, contemplandoZarpo en navíos fantasmas, contemplando
Um calendário onde não existe o amanhãUn calendario donde no habita el mañana
Palavras sem dono envelhecem ao meu ladoPalabras sin dueño envejecen a mi lado
Assumindo que há caminhos que percorremosAsumiendo que hay caminos que recorremos
Buscando apenas tropeçarBuscando únicamente tropezar
Em longas jornadas de tédio eEn largas jornadas de aburrimiento y
Coprolalia, fuço atrás de portas de areiaCoprolalia hurgo tras puertas de arena
Tentando descobrir quem habita dentroIntentando averiguar quien habita dentro
De mim desde o dia em que até mesmoDe mí desde el día en que incluso
As palavras mais doces queimaramLas palabras más dulces ardieron
Magnífico aquele dia em que eu disseMagnifico aquella vez en que le dije
Tomara que a partir de agora me correspondaOjalá me corresponda de ahora en más
Derramar luz solar sobre seus diasDerramar luz solar sobre tus días
Hoje que exerço a arte de ser sombraHoy que ejerzo el oficio de ser sombra
Onde coloco para secar minhas cinzas?¿Dónde pongo a secar mis cenizas?
Com a inefável tristeza de uma caixa de músicaCon la inefable tristeza de una caja de música
Aprendi que estar os dois no mesmo lugar e aoAprendí que estar los dos en el mismo lugar y al
Mesmo tempo nem sempre equivale a estar juntosMismo tiempo no siempre equivale a estar juntos
Quando os minutos em vez de passar, se desgranamCuando los minutos en vez de pasar, se desgranan
O ocaso chega com alucinante pontualidadeEl ocaso llega con alucinante puntualidad
Ambos amávamos a solidão. Ela, entre a multidãoAmbos amábamos la soledad. Ella, entre el gentío
Eu em meus pensamentos viajando na contramãoYo en mis pensamientos viajando a contramano
Costumava sublinhar os momentos de felicidadeSolía subrayabar los instantes de felicidad
Como um estudante aplicado. Juntos fomosComo un estudiante aplicado. Juntos fuimos
Poesia, separados, só somos palavrasPoesía, por separado, solo somos palabras
Jogávamos a alma pela janela a cada outonoTirábamos el alma por la ventana en cada otoño
Ensaiando uma coreografia de posturas erradasEnsayando una coreografía de posturas erróneas
Rodava a via láctea por suas bochechas, com aRodaba la vía láctea por sus mejillas, con la
Maligna ternura de um ritual de beijos inoportunosMaligna ternura de un ritual de besos inoportunos
Somos apenas um passado que renega de si mesmoSomos apenas un pasado que reniega de sí mismo
Quero abandonar o vício de mastigar trevasQuiero abandonar el vicio de masticar tinieblas
Nesta madrugada de chuvas precoces, mas sóEn esta madrugada de lluvias prematuras, pero solo
Posso tirar uma foto de pé junto à sua ausênciaPuedo tomarme una foto de pie junto a su ausencia
Assumo os primeiros embates da nostalgiaAsumo los primeros embates de la nostalgia
De um choro que não soube chorar a tempoDe un llanto que no supo llorar a tiempo
Se ouve o impacto do peso de nossasSe escucha el impacto del peso de nuestras
Mentiras que continuam caindo no chãoMentiras que siguen cayendo al piso
Pacientemente as junto, feitas em pedaçosPacientemente las junto, hechas añicos
Pois são as poucas lembranças que conservoPues son los pocos recuerdos que conservo
Dos inescrutáveis desígnios de seu procederDe los inescrutables designios de su proceder
Por fim posso identificá-la, tijoloPor fin puedo identificarla, ladrillo
No mural da minha tristezaEn el mural de mi pesadumbre
Cai a noite com seu inevitávelCae la noche con su inevitable
Séquito de sombras e o tempoSéquito de sombras y el tiempo
Murcha a flor dos instantesMarchita la flor de los instantes
Leio os mesmos livros com olhos mais velhosLeo los mismos libros con ojos más viejos
Enquanto anseio pelo coração que a ansiavaMientras añoro el corazón que la añoraba
Aqueles tempos de gastar minutos em serTiempos aquellos de gastar minutos en ser
Felizes, com a alma escapando da malaFelices, con el alma escapando de la maleta
Anoitece mais cedo sobre meus sentimentosAnochece más temprano sobre mis sentimientos
Não consigo ser neutro, cauteloso, equitativoNo logro ser neutro, cauteloso, equitativo
Sempre espero até chegar ao precipícioSiempre espero hasta llegar al precipicio
Para buscar escadas de emergênciaPara buscar escaleras de emergencia
Tinha dores incultas até que aprenderamTenía penas incultas hasta que aprendieron
A doer, abjeção de ignorar certos errosA doler, abyección de ignorar ciertos errores
Essa forma de viver que morre dentro deEsta forma de vivir que muere dentro de
Meus ossos bem sabe que nem sempreMis huesos bien sabe que no siempre
Fui digno dos momentos ao seu ladoFui digno de los instantes a su lado
Falávamos de nós dois como quemHablábamos de los dos como quien
Observa à distância uma tragicomédiaObserva a la distancia una tragicomedia
Com um inverno que me congela nasCon un invierno que se me congela en las
Mãos, um gosto amargo cosendo meusManos, un mal sabor de boca cosiéndome los
Lábios, e eternidades esculpidas sobre nuvensLabios, y eternidades esculpidas sobre nubes
Que nome eu dou a esse intervalo¿Qué nombre le pongo a ese intervalo
Infinito entre seu dezembro e meu janeiro?Infinito entre su diciembre y mi enero?



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