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História Esquelética

Mark Lanegan

Skeletal History

Ohhh, an... artery's not a vein
No history can tell
My skeleton won't tell
Why some black mouths draw
To a surgeon's drill
And blood shot hits to marrow

The snake's eatin' through her clothes and
Her charms have won me over
DeGama breached this lofty reach
Balboa left his bones upon the beach
Left there to bleach

A rose breaks in my fingers
Pullin' nickels through the stem
Too much has took a toll
Smoke crawls low along the ceilings
And all is quiet
But I keep listening
Come to kill me

Oh, she just left, you missed her
Go on home, the sex theatre is closed
Cracked mouth too dry to drink
At least the sand is cold
Wish the sea would drown the freeway

Instead, girls stare in dead-eyed wonder
They can't walk with fallen soldiers
Used by cops who fucked inside abandoned boarding houses
Go on fast before the beast catches the bastard
Draggin' the chain down, down, down
Who'll say it
Tell me
No one else is here, come on
Nothin' to believe is to be blessed, come on
Wolves layin' low, you said
Weather vanes, the bones to be
Good or bad, the death of me
Just make it quietly

Oh, who knows my sister
Can't anyone admit the fact that they infected her
She said the sun was gonna burn and blister
My blood
God speed
God
Love her
Farewell, honey
Yeah

No morning sun'll move her
No help in amen or hallelujah
Prayers are for the dead left over
Breach never to reach that sandy beach
Poor baby girl's gone under
To reach their own great buried end
Underneath abandoned boarding houses
Sidewalks and streets
Sidewalks and streets

No, my skeleton won't tell
Some could see
Why mouths draw to surgeon's drills
And blood shots
Hit the marrow

História Esquelética

Ohhh, uma... artéria não é uma veia
Nenhuma história pode contar
Meu esqueleto não vai contar
Por que algumas bocas negras se atraem
Para a broca do cirurgião
E os tiros de sangue atingem a medula

A cobra tá comendo suas roupas e
Seus encantos me conquistaram
DeGama rompeu essa altura
Balboa deixou seus ossos na praia
Deixados lá pra desbotar

Uma rosa quebra entre meus dedos
Puxando moedas pelo caule
Demais já cobrou seu preço
A fumaça rasteja baixa pelo teto
E tudo tá em silêncio
Mas eu continuo ouvindo
Vem pra me matar

Oh, ela acabou de sair, você perdeu
Vai pra casa, o teatro pornô tá fechado
Boca rachada, seca demais pra beber
Pelo menos a areia tá fria
Queria que o mar afogasse a rodovia

Em vez disso, garotas olham com olhos mortos
Elas não conseguem andar com soldados caídos
Usadas por policiais que transaram em casas de hóspedes abandonadas
Vai rápido antes que a besta pegue o bastardo
Arrastando a corrente pra baixo, pra baixo, pra baixo
Quem vai dizer isso
Me diga
Ninguém mais tá aqui, vai
Nada em que acreditar é ser abençoado, vai
Lobos se escondendo, você disse
Moinhos de vento, os ossos a serem
Bom ou ruim, a minha morte
Só faça isso em silêncio

Oh, quem conhece minha irmã
Ninguém pode admitir o fato de que a infectaram
Ela disse que o sol ia queimar e estourar
Meu sangue
Deus te proteja
Deus
Ame-a
Adeus, querida
É

Nenhum sol da manhã vai movê-la
Nenhuma ajuda em amém ou aleluia
Orações são para os mortos que sobraram
Ruptura nunca alcançará aquela praia arenosa
A pobrezinha já se foi
Pra alcançar seu próprio grande fim enterrado
Debaixo de casas de hóspedes abandonadas
Calçadas e ruas
Calçadas e ruas

Não, meu esqueleto não vai contar
Alguns podiam ver
Por que bocas se atraem para as brocas dos cirurgiões
E os tiros de sangue
Atingem a medula

Composição: Mark Lanegan