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Perdido na Sanidade

Martyr

Lost in Sanity

-We are lost in sanity;-
-We have lost insanity-
(Inspired by Don Quixote de La Mancha)

A restless wind turns
As troubled waters churn
Blind vision unfurls anon
With the mantle of prophecy

Battling sailless windmills(X2)

Peons his peers
As he to they may appear
The paragon of trickery
Upon the altar of ignominy

Battling sailless windmills

And the lisp of cherished lips
Lifts the lilt of idiocracy
His raiment of white
Tainted black with hypocrisy

Hating the hated, hateful of hatred
Reflecting an eye to see
Through the veil of mediocrity

A silver tongue wagging
To pretentions visionary
Splits the tangent with sermons of perfidy
And so now forked, swallowed and choked
Retched back for a new soliloquy

"Sanity may be madness
But maddest of all is
To see life as it is
And not as it should be"

His face a polished mask
Cracks a line in the glass
Reflecting back
So the eye can now see
Through the veil of
Mediocrity

Battling sailless windmills(X2)

For he is no more than they
To him becoming fair prey
Even if he so aspires
Entombed in lofty spires

Battling sailless windmills

A soul riddled with scars
With the mien of mortuaries
To the bitter pride
Of tuberculosis

Hating the hated
Hateful of hatred
Reflecting an eye to see
Through the veil of mediocrity

Perched above so high
Air alone to impress
Self-serving
And vainglorious
Waiting for praise.

Perdido na Sanidade

-Estamos perdidos na sanidade;-
-Perdemos a insanidade-
(Inspirado em Dom Quixote de La Mancha)

Um vento inquieto gira
Enquanto as águas turbulentas se agitam
A visão cega se desenrola logo
Com o manto da profecia

Lutando contra moinhos de vento sem velas(X2)

Peões de seus pares
Como ele pode parecer para eles
O paradigma da trapaça
Sobre o altar da ignomínia

Lutando contra moinhos de vento sem velas

E a língua de lábios queridos
Levanta o tom da idiotice
Seu traje de branco
Manchado de preto com hipocrisia

Odiando o odiado, cheio de ódio
Refletindo um olho para ver
Através do véu da mediocridade

Uma língua prateada se movendo
Para pretensões visionárias
Fende a tangente com sermões de perfídia
E agora, dividido, engolido e sufocado
Regurgitado para um novo solilóquio

"A sanidade pode ser loucura
Mas a mais louca de todas é
Ver a vida como ela é
E não como deveria ser"

Seu rosto uma máscara polida
Racha uma linha no vidro
Refletindo de volta
Para que o olho possa agora ver
Através do véu da
Mediocridade

Lutando contra moinhos de vento sem velas(X2)

Pois ele não é mais do que eles
Para ele, tornando-se presa fácil
Mesmo que ele aspire tanto
Sepultado em torres altivas

Lutando contra moinhos de vento sem velas

Uma alma cheia de cicatrizes
Com a aparência de necrotérios
Para o amargo orgulho
Da tuberculose

Odiando o odiado
Cheio de ódio
Refletindo um olho para ver
Através do véu da mediocridade

Empoleirado tão alto
Apenas o ar para impressionar
Egoísta
E vaidoso
Esperando por elogios.

Composição: Daniel Chewy Mongrain