Na Contramão do Vazio
Marvin Costa
Oh, na, na, na, na, na, na, ná
Oh, oh
Oh, na, na, na, na, na, na, ná
Ninguém sabe o meu jeitinho de amar
Só ela sabe tudo que eu preciso
Preenche o meu vazio
Adoça o meu amargo com seus beijos de amor
Acaba com a minha ansiedade e me dá uma razão de viver
É o Sol do meu inverno que me aquece com teu calor
Sabe decifrar meus silêncios e meus medos
Conhece os atalhos do meu coração
É abrigo quando o mundo me desaba
Me devolve a paz com um simples toque da mão
Seus beijos têm gosto de redenção
Me tiram da sombra, me trazem razão
É nela que encontro sentido e direção
A luz que me guia na contramão
Ela é o Sol do meu inverno
O calor que me faz renascer
Quando tudo parece sem sentido
É nela que eu volto a viver
Ela é o verso que faltava
Na canção que eu nunca consegui escrever
Só ela entende meu jeito torto de amar
E transforma em poesia o meu sofrer
Ela é o Sol do meu inverno
O calor que me faz renascer
Quando tudo parece sem sentido
É nela que eu volto a viver
Ela é o verso que faltava
Na canção que eu nunca consegui escrever
Só ela entende meu jeito torto de amar
E transforma em poesia o meu sofrer
Oh, na, na, na, na, na, na, na
Oh, oh
Oh, na, na, na, na, na, na, na
Só ela sabe o meu jeitinho de amar
Sabe tudo que eu preciso
Preenche o meu vazio
Adoça o meu amargo com seus beijos de amor
Acaba com a minha ansiedade e me dá uma razão de viver
É o Sol do meu inverno que me aquece com teu calor
Ela decifra meus silêncios e meus medos
Conhece os atalhos do meu coração
É abrigo quando o mundo me desaba
Me devolve a paz com um simples toque da mão
Seus beijos têm gosto de redenção
Me tiram da sombra, me trazem razão
É nela que encontro sentido e direção
A luz que me guia na contramão
Ela é o Sol do meu inverno
O calor que me faz renascer
Quando tudo parece sem sentido
É nela que eu volto a viver
Ela é o verso que faltava
Na canção que eu nunca consegui escrever
Só ela entende meu jeito torto de amar
E transforma em poesia o meu sofrer
Ela é o Sol do meu inverno
O calor que me faz renascer
Quando tudo parece sem sentido
É nela que eu volto a viver
Ela é o verso que faltava
Na canção que eu nunca consegui escrever
Só ela entende meu jeito torto de amar
E transforma em poesia o meu sofrer
Oh, na, na, na, na, na, na, na
Oh, oh
Oh, na, na, na, na, na, na, na
Oh, na, na, na, na, na, na, na
Oh, oh
Oh, na, na, na, na, na, na, na



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