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A Fria Mascarada Sobre o Palco que é a Vida

Masquerade of Silence

The Cold Masquerade Set Upon The Stage That Is Life

The Cold Masquerade Set Upon The Stage That Is Life
We are but players in the stage of life
Each to his own brand of act
Partitioning each other in various forms
Of debauchery
We put on masks which shield our true natures
Gaze into the eyes, for they are all that is real
Gaze into the windows of the soul
For they alone can reveal

Reap the spirit that hides behind the veil
The part it plays has become
Too much a reality, as such
Its true essence is lost

The true beauty inherent in a soul becomes remiss
Subject to the role that it plays in our constructed illusion
That illusion which has become a reality

That reality which fades away
Once again into a whisper
A whisper, which becomes one with the sea of white noise
Which rises and falls to the pulse of life
Which builds and rebuilds
Becomes real and illusory
As it builds to a wailing symphony
Which is but cut short
As the fountain of life dries
And submits to the cold redress
Of death
Surely, but slowly the wounded man's sorrows

Becomes his greatest comfort

*Steve Solo*

His only world, our lives turn to
A series of unfulfilled tragedies
As the attachment to an injured condition
Grows ever stronger, as life's flame begins to burn out

A crystal eye
A scarlet sun
A passing day
A processing life

The sun begins to set
As its crimson rays signify the end to all who watch on…
Some in joy, some in sorrow, some in neutrality

How we can long for a true end?
Or for a new beginning?

*Gab Solo*

A Fria Mascarada Sobre o Palco que é a Vida

A Fria Mascarada Sobre o Palco que é a Vida
Somos apenas atores no palco da vida
Cada um com seu próprio jeito de atuar
Dividindo uns aos outros em várias formas
De devassidão
Colocamos máscaras que escondem nossas verdadeiras naturezas
Olhe nos olhos, pois eles são tudo que é real
Olhe nas janelas da alma
Pois só elas podem revelar

Colha o espírito que se esconde atrás do véu
O papel que desempenha se tornou
Real demais, assim
Sua verdadeira essência se perdeu

A verdadeira beleza inerente a uma alma se torna negligenciada
Submetida ao papel que desempenha em nossa ilusão construída
Essa ilusão que se tornou uma realidade

Essa realidade que se desvanece
Mais uma vez em um sussurro
Um sussurro, que se torna um com o mar de ruídos brancos
Que sobe e desce ao pulso da vida
Que se constrói e se reconstrói
Torna-se real e ilusória
Enquanto se eleva a uma sinfonia de lamento
Que é abruptamente interrompida
Quando a fonte da vida seca
E se submete ao frio reparo
Da morte
Certamente, mas lentamente, as dores do homem ferido

Tornam-se seu maior conforto

*Steve Solo*

Seu único mundo, nossas vidas se tornam
Uma série de tragédias não cumpridas
À medida que o apego a uma condição ferida
Fica cada vez mais forte, enquanto a chama da vida começa a se apagar

Um olho de cristal
Um sol escarlate
Um dia que passa
Uma vida em processamento

O sol começa a se pôr
Enquanto seus raios carmesim significam o fim para todos que assistem...
Alguns com alegria, outros com tristeza, alguns em neutralidade

Como podemos ansiar por um verdadeiro fim?
Ou por um novo começo?

*Gab Solo*