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Cova do Inferno

Master's Hammer

Jama Pekel

Vesnice hori, noci jdu sam,
zkratim si cestu pres pole lan,
obklopen dymem, na konci sil,
ae smysl neznam, jasny mam cil,
vidomi ztracim a prece bdim,
vede mi Iabel, tam dolu - k svym.

Snad jsem jij mrtev, pro tento svit,
Satan vsak silu vraci mi zpit,
koneeni vidim pekelny chrtan,
do jhavych temnot vrele jsem zvan.
S tilem jij nehmotnym prichazim blij,
za mnou se zavira jelezna mrij.

Jama pekel, stokrat prokleta,
jama pekel, krvi zalita.

Tei sloujim Iablu, smrti a zlem,
roznasim zkazu, jsem demonem.
V kajdem staveni eern¤ oltar, na kajdem obraze je moje tvar.
S hrozivym smichem vracim se sem,
priznivci Iabla padaj na zem.
Eerna je touha, bleda vsak krev,
kdo neni vyholen, sklidi muj hniv.
Marni se pachti, modli a sni,
demonem stat se ne kajdy smi.
Posedli vztekem vesnici bori,
marni vse dilaji, marni stoh hori!

Cova do Inferno

A vila arde, à noite vou sozinho,
zapando o caminho pelo campo de linho,
cercado de fumaça, no fim da estrada,
mas não sei o sentido, tenho uma meta clara,
perco a visão e mesmo assim vigio,
me guia Lúcifer, lá embaixo - para o seu.

Talvez eu esteja morto para este mundo,
mas Satanás me devolve a força em segundo,
finalmente vejo o inferno ardente,
nas trevas quentes sou chamado fervente.
Com seu corpo etéreo venho a ti,
atrás de mim se fecha a porta de ferro.

Cova do inferno, cem vezes amaldiçoada,
cova do inferno, banhada em sangue.

Aqui sirvo a Lúcifer, à morte e ao mal,
espalho a destruição, sou um demônio real.
Em cada construção um altar negro, em cada imagem está meu rosto.
Com uma risada aterradora volto pra cá,
os seguidores de Lúcifer caem no chão.
O desejo é negro, mas o sangue é pálido,
quem não está careca, sente minha ira.
É em vão se esforçar, rezar e sonhar,
não é pra qualquer um se tornar um demônio.
Dominados pela fúria, a vila se despedaça,
é em vão tudo que fazem, em vão a pilha que queima!

Composição: