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Cruzada da Floresta

Mata Tiempo

Cruzada Del Bosque

El viaje recién empieza
Es un largo recorrido
De kilómetros andados
Pasando por tantos nidos
Buscando lugar quedante
Ante tanto y tanto frío
Con la máquina que quema
El calor que he conducido
Y estos árboles de espanto
Culminando mi camino

Culminando mi camino
¿Quién se cree para decirlo?
Si ante tanto daño hecho
No se ha visto percibirlo
Y aunque el tiempo me devora
Y mi fuerza está con calma
Ante todos con sus armas
Apuntando sin saber
Que aunque quiera detener
Mi paciencia nunca acaba

Mi paciencia nunca acaba
Y la plata es suficiente
Para ver lo que se siente
De estos verdes de pavadas
Aunque sea para nada
O una decoración
No tengo miedo ni temor
A enfrentarme frente a frente
A puño, garra y dientes
Masacrando su fulgor

Masacrando mi fulgor
Poco ganarían con eso
De necesidad se habla
Cuando pongo este peso
Sobre lo que les conviene
Y lo que han tenido
Robaron mis tierras finas
Sin si quiera recibirlo
Porque hasta ustedes mismos
Matan por lo convenido

Matan por lo convenido
Que falacia tan gigante
Si tus hijos son mutantes
Sin siquiera un objetivo
Molestando toda fauna
Dejando más de mil pestes
Y aunque cueste lo que cueste
Nunca ha sido mi destino
Cruzarme con tu camino
Arrancando lo que muere

Arrancando lo que muere
Y plantándolo ya muerto
Dejando todo al reseco
Jugándole a la suerte
Pero este día acaba
Llevando su hipocresía
Porque tienen tantos temas
Que ya no los conocían
Por su culpa y su abuso
De mi amada cortesía

De mi amada cortesía
Heredaste tu belleza
Mas con esos cambios bruscos
Míralo como es que queda
Con tanto remordimiento
De cosas que han sucedido
Dejarlo de lado y hecho
Y a seguir con lo ya dicho
Si los problemas que diste
Muchos hemos corregido

Muchos hemos corregido
Y más siguieron causando
No hay suficiente tiempo
Esto termina causando
Tanto costo imperdonado
Y perdón pero hay que hacer
Lo que hoy va a suceder
Lo que estaba esperado
El mundo se ha colapsado
Y no lo quisieron ver

Cruzada da Floresta

A viagem tá só começando
É um longo caminho
De quilômetros andados
Passando por tantos ninhos
Buscando um lugar pra ficar
Diante de tanto frio
Com a máquina que queima
O calor que eu conduzi
E essas árvores de medo
Concluindo meu caminho

Concluindo meu caminho
Quem se acha pra dizer isso?
Se diante de tanto estrago
Não se viu perceber isso
E embora o tempo me devore
E minha força esteja calma
Diante de todos com suas armas
Apontando sem saber
Que mesmo querendo parar
Minha paciência nunca acaba

Minha paciência nunca acaba
E a grana é suficiente
Pra ver o que se sente
Desses verdes de besteiras
Mesmo que seja pra nada
Ou uma decoração
Não tenho medo nem temor
De encarar de frente
A punho, garra e dentes
Massacrando seu brilho

Massacrando meu brilho
Pouco ganhariam com isso
De necessidade se fala
Quando coloco esse peso
Sobre o que lhes convém
E o que já tiveram
Roubaram minhas terras finas
Sem sequer perceber
Porque até vocês mesmos
Matam pelo que é conveniente

Matam pelo que é conveniente
Que falácia tão gigante
Se seus filhos são mutantes
Sem sequer um objetivo
Perturbando toda fauna
Deixando mais de mil pragas
E embora custe o que custar
Nunca foi meu destino
Cruzar com seu caminho
Arrancando o que morre

Arrancando o que morre
E plantando já morto
Deixando tudo ressecado
Jogando na sorte
Mas esse dia acaba
Levando sua hipocrisia
Porque têm tantos temas
Que já não conheciam
Por sua culpa e seu abuso
Da minha amada cortesia

Da minha amada cortesia
Herdaste sua beleza
Mas com essas mudanças bruscas
Olha como fica
Com tanto remorso
De coisas que aconteceram
Deixar de lado e feito
E seguir com o que já foi dito
Se os problemas que você deu
Muitos já corrigimos

Muitos já corrigimos
E mais seguiram causando
Não há tempo suficiente
Isso termina causando
Tanto custo imperdoável
E desculpa, mas tem que fazer
O que hoje vai acontecer
O que estava esperado
O mundo colapsou
E não quiseram ver.

Composição: Joaquin Enrique Olmos Arias