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Letra

Raízes Distantes

Raíces Lejanas

¡Acorda! Que já o Sol do remoto Oriente¡Despertad! Que ya el Sol desde el remoto Oriente
Dispersou as estrelas da sua sessão noturnaDispersó las estrellas de su sesión nocturna
E ao escalar de novo o céu iridescenteY al escalar de nuevo el cielo iridiscente
A torre majestosa se cinge com seu laço ardenteLa regia torre ciñe con su lazada ardiente

Antes que o brilho fútil da aurora se apagasseAntes que el brillo fatuo del alba se extinguiera
Ouço uma voz que dentro da taberna gritaOigo una voz que dentro de la taberna grita
Se o altar todo em luzes para a festa esperaSi el altar todo en luces para la fiesta espera
Por que o devoto lento dorme na sombra lá fora?¿Por qué el tardo devoto duerme en la sombra afuera?

Canta o galo, e o grupo que fica ao relentoCanta el gallo, y el grupo que a la intemperie queda
¡Ei, abram-nos, por favor! -grita- nos resta um breve instante¡Ea, abridnos, pues! -grita- nos resta un breve instante
De esperar nossa vez, pois ao girar a rodaDe aguardar nuestro turno, pues al girar la rueda
Quem fará com que a este lugar possamos voltar outra vez?¿Quién hará que a este sitio volver otra vez pueda?

E agora o novo ano, removendo ansiedades mortasY ahora el nuevo año, removiendo ansias muertas
À alma pensativa chama para a solidãoAl alma pensativa llama a la soledad
Onde Moisés aparece com suas mãos brancas e rígidasDonde Moisés asoma sus blancas manos yertas
E Jesus ressuscita as planícies desertasY Jesús resucita las llanuras desiertas

Iram levou suas rosas aonde ninguém sabeIram llevó sus rosas a dónde nadie sabe
Com a ânfora de sete lados de JamshidCon la septanulada ánfora de Jamshid
¡Oh! Mas ainda destila do vinho o rubi suave¡Oh! Pero aún destila del vino el rubí suave
E a fonte no jardim canta seu salmo graveY la fuente en el huerto canta su salmo grave

Já, dos lábios de David selou a última argilaYa, de David los labios selló la última arcilla
Mas o Rouxinol em sagrado e mimético PehlvíMás el Bulbul en sacro y mimético Pehlví
¡Vinho! À rosa oferece em rápida sequência¡Vino! A la rosa ofrece en rauda seguidilla
Para tingir de púrpura sua bochecha murchaPara teñir de púrpura su marchita mejilla

Venha encher meu copo, e em anseio primaverilVen a llenar mi copa, y en primaveral anhelo
Tire de si esse manto de contrição e dúvidasEcha de ti ese manto de contrición y dudas
O pássaro-tempo mal tem luz para o vooEl ave-tiempo apenas tiene luz para el vuelo
E ¡olha! Já suas asas está estendendo ao céuY ¡mira! Ya sus alas está tendiendo al cielo

Já na impiedosa Babilônia, já em Naishapur, meu berçoYa en Babilonia impía, ya en Naishapur, mi cuna
Já a taça vos ofereça doce ou amargo vinhoYa la copa os ofrezca dulce o amargo vino
O da vida filtra com tarde importunaEl de la vida filtra con tarde importuna
E as folhas sem seiva vão caindo uma a umaY las hojas sin savia van cayendo una a una

A aurora de amanhã nos trará rosas preciosasEl alba de mañana nos traerá primorosas
Novas rosas, mas onde foram as de ontem?Nuevas rosas, más ¿dónde se fueron las de ayer?
Mas o Verão chega transbordante de rosasPero el Estío llega desbordante de rosas
E Kaikobad, Jamshid, voltarão a suas fossasY Kaikobad, Jamshid, volverán a sus fosas

¡E deixa que se vão! Livre o mundo se veja¡Y deja que se vayan! Libre el mundo se vea
De Kaikobad, o Grande ou Kaikosrú, o potenteDe Kaikobad el Grande o Kaikosrú el potente
E dos gritos de Rustúm chamando ¡à luta!Y de Rustúm los gritos llamando ¡a la pelea!
E Hatím-Taí ¡à orgia!, que lá se vão, ¡ei!Y Hatím-Taí ¡a la orgía!, allá se vayan, ¡ea!

Venha você comigo à margem deste oásis floridoVen tú conmigo al margen de este oasis florido
Que traz novo verde ao vale pedregosoQue pone nuevo verde al valle pedregoso
Aqui escravo e sultão dormem igual esquecimentoAquí esclavón y sultán duermen igual olvido
E paz a Mahmoud, clama amor compadecidoY paz a Mahmoud, clama amor compadecido

Aqui com um pedaço de pão, entre o gayo ramagemAquí con un mendrugo, entre el gayo ramaje
Uma ânfora de vinho, um punhado de versosUna ánfora de vino, un manojo de versos
E você comigo, sozinha, cantando entre o matoY tú conmigo, sola, cantando entre el boscaje
É para mim um paraíso o ermo mais selvagemEs para mí un paraíso el yermo más salvaje


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