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Almas Dilaceradas - Auta de Souza (Espírito)

Maurício Gringo

Letra

    Quando, em dores, na terra inda, vivia
    Caminhando em aspérrimas estradas
    Via presas do pranto e da agonia
    Almas feridas e dilaceradas

    Escutava a miséria que gemia
    Dentro da noite de ânsias torturadas
    Treva espessa da senda tão sombria
    Das criaturas desesperançadas

    E eu, que era irmã dos grandes sofredores
    Sofria, crendo que tais amargores
    Encontrariam termos desejados

    E confiada na crença que tivera
    Cheguei à luz da eterna primavera
    Onde há paz para os pobres desgraçados

    Composição: Auta de Souza (Espírito). Essa informação está errada? Nos avise.

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