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El Viajero

Maurizio Konde

Letra

O viajante

El Viajero

Eu sou o mesmo viajante que partiu uma manhãSoy el mismo viajero que salió una mañana
Abatido e sombrio, um consolo a procurarCabizbajo y sombrío un consuelo a buscar
Por caminhos estreitos cheguei a terras distantesPor estrechos senderos llegué a tierras lejanas
Onde existem apenas cardos e crueldade desumanaDonde solo hay abrojos y crueldad inhumana
Onde ele reina tristeza e arrependimentoDonde reina él hastió la tristeza y el pesar

Eu desviei a amargura do meu destino amargoHe libado el acíbar de mi acerbo destino
Minha cabeça baixa e estou apenas atravessando a ruaCabizbajo y muy solo voy cruzando el camino
E pensando em como uma criança choraY pensando en un tiempo como un niño llore
Sonolento e cansado hoje voltei aos meus laresSoñoliento y cansado hoy he vuelto a mis lares
Onde tudo mudou eu só encontro arrependimentosDonde todo ha cambiado solo encuentro pesares
E memórias de um tempo muito passadoY recuerdos de un tiempo que hace tiempo se fue

Hoje voltei de novo e parece-me que há anosHoy he vuelto de nuevo y me parece que hace años
Que eu saio de minha cabana e meu pais saioQue deje mi cabaña y mi patria deje
Com meu espírito cansado de sofrer decepçõesCon mi espíritu enfermo de sufrir desengaños
De lutar com os gênios de países estranhosDe luchar con los genios de países extraños
Que por sede me deram um copo de felQue por sed me han bridado una copa de hiel

Eu trago um pacote cheio de amarguraTraigo un fardo repleto de amargura
E uma imensa alegria nas minhas boas horasY una inmensa alegría de mis horas tan buenas
Que eles estavam vagando com minhas alegrias de ontemQue se fueron errantes con mis dichas de ayer
Hoje eu só lamento meu caminhoHoy tan solo me queda enlutada mi senda
Com a carta em mãos e uma triste lendaCon la carta en la mano y una triste leyenda
Onde guardo a memória de uma mulher ingrataDonde guardo el recuerdo de una ingrata mujer

Pobre viajante que sofri na vidaPobrecito viajero yo he sufrido en la vida
Eu sofri na vida o que ninguém sofreuYo he sufrido en la vida lo que nadie sufrió
E nas minhas horas de tristeza a dor me convidaY en mis horas de pena el dolor me convida
Para um copo de acíbar, de misturas suicidasA una copa de acíbar, de brebajes suicidas
Tormentos me têmLos tormentos me tienen
Como Cristo morreuComo Cristo murió


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