Para Unirnos
Observo la ciudad junto a tu silencio
Tu pelo se libera
Jugando con el viento que celan mis dedos
En ese balcón, como dos extraños
Como dos tierras separadas por lagos
Como la Luna presente que recibe la luz
En tiempo posterior de aquella esfera ardiente
Las distancias quedan al borde del sillón
Veo en tus ojos los motivos para unirnos
Para unirnos, para unirnos
Bajemos la persiana
Olvidemos el tiempo
Y lo que quede afuera
No pertenece al momento
En ese sillón, derritiendo al hielo
Como dos nubes que desvisten al cielo
Como la Luna presente que recibe la luz
Para sentir calor, de aquella esfera ardiente
Las distancias quedan al borde del sillón
Veo en tus ojos los motivos para unirnos
Las distancias son los enigmas de ese balcón
Veo en tus ojos los motivos para unirnos
Las distancias quedan al borde del sillón
Veo en tus ojos los motivos para unirnos
Para unirnos, para unirnos
Para se juntar a nós
Eu observo a cidade com seu silêncio
Seu cabelo se solta
Brincando com o vento de que meus dedos têm inveja
Naquela varanda, como dois estranhos
Como duas terras separadas por lagos
Como a lua atual que recebe a luz
Em uma época posterior daquela esfera de fogo
As distâncias estão na borda da cadeira
Eu vejo em seus olhos as razões para se unir
Para unir, para unir
Vamos abaixar o cego
Esqueça o tempo
E o que fica de fora
Não pertence ao momento
Naquele sofá, derretendo no gelo
Como duas nuvens que despem o céu
Como a lua atual que recebe a luz
Para sentir o calor, daquela esfera de fogo
As distâncias estão na borda da cadeira
Eu vejo nos seus olhos as razões para se juntar a nós
As distâncias são os enigmas daquela varanda
Eu vejo nos seus olhos as razões para se juntar a nós
As distâncias estão na borda da cadeira
Eu vejo nos seus olhos as razões para se juntar a nós
Para unir, para unir