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A Vida é um Cadáver que Você Arrasta

Mayhem

Life Is a Corpse You Drag

Born damned under death's decree
This life, a black funeral march
A corpse you drag

Endless road
Pyres ablaze

Through each rung of torment
Our blessed grief explodes
The void coils around mind
Time folds in its burning spine

Exiled from the living
No will to live nor die
The emblem of a human ruin

In the chains of fate

Hopeless, all die
Helpless in your deathbed
Ruined, nothing remains
Lost self, none
Voiceless, choke
Bloodless
Endless birth
Nameless, erased
Faithless, betrayed by God
Timeless, the end
Soulless void
Deathless

From tyranny
One step to freedom
Oblivion
Eternity cracks open
Light bends into the wound
Extinction
Altar of skulls

Born under death's decree
This life, a black funeral march, hopeless
No path, just a corpse you drag
From tyranny, one step to freedom
I loved you, life for death's mercy
In silence, all returns to nothing

A Vida é um Cadáver que Você Arrasta

Nascido amaldiçoado sob o decreto da morte
Essa vida, uma marcha fúnebre negra
Um cadáver que você arrasta

Estrada sem fim
Piras em chamas

Através de cada degrau de tormento
Nossa dor abençoada explode
O vazio se enrosca na mente
O tempo se dobra em sua espinha ardente

Exilado dos vivos
Sem vontade de viver nem de morrer
O emblema de uma ruína humana

Nas correntes do destino

Sem esperança, todos morrem
Impotente na sua cama de morte
Arruinado, nada resta
Eu perdido, ninguém
Sem voz, sufoco
Sem sangue
Nascimento sem fim
Sem nome, apagado
Sem fé, traído por Deus
Sem tempo, o fim
Vazio sem alma
Imortal

Da tirania
Um passo para a liberdade
Oblivion
A eternidade se abre
A luz se curva na ferida
Extinção
Altar de crânios

Nascido sob o decreto da morte
Essa vida, uma marcha fúnebre negra, sem esperança
Sem caminho, apenas um cadáver que você arrasta
Da tirania, um passo para a liberdade
Eu te amei, vida pela misericórdia da morte
Em silêncio, tudo retorna ao nada

Composição: