No La Recuerdo (part. Santa Grifa y Reghoz)
No la recuerdo, me dio su número en un papel
Que utilicé para forjar aquel toque en ese motel
Estaba ahorita intentando recordar
Del diez por ciento me acuerdo, salí perdido del bar
En la esquina una mujer, muy bonita y muy sonriente
Me hablo, viéndome directo, me dijo: Mijo pues vente
Ya una vez anteriormente de reojo la había mirado
Con un vestidito rojo chiquitito, bien pegado
Pregunta: ¿Cómo has andado? Le contesto: Pues al cien
Me responde: Igual que yo, que casualidad que bien
¿Viene usted sola o con quién? Ahorita yo traigo nave
Si quiere le doy un ray, aceptó y guardó sus llaves
Vamos a fumar por ahí, traigo aquí una de Bud light
Si falta pues las compramos con tal de ponernos high
Tu di pa' donde nos vamos
Si quieres nos encerramos
Te adelantas y te sigo
Esa noche las caguamas y el churro fueron testigos
(Es el Windows)
(Otra vez, otra más)
No la recuerdo, me dio su número en un papel
Que utilicé para forjar aquel toque en ese motel
Traía un vestido, de esos color negro apretadito
De cara bonita y aceptó salir conmigo
Le dije: Pa' donde vamos y me respondió: No sé
Le dije: Ya ando bien ebrio, vámonos para el motel
Pues a huevo, claro que se fue conmigo
Me dijo: Te daré besos, pero somos amigos
Le dije: Pues está bien, no hay pedo pasame tu cel
Metió las manos a mi bolsa y me saco un papel
Le dije: Es una zig zag, pero igual puedes escribirle
Apuntame tu número para poder seguirle
Pero que chula te ves, sigo sin poder creer
Mientras te estaba quitando tu tanguita y tu brasier
Me decías: Eres tan perfecto para mí
Además que estás bien guapo veo que te gusta la Weed
No sé lo que me pasa, intento recordarla
Creo que es Marta y tiene tatuajes en la espalda
No la recuerdo, me dio su número en un papel
Que utilicé para forjar aquel toque en ese motel
No recuerdo muy bien, era una hermosa mujer
La que se entregaba esa noche, sin amor y con placer
Que belleza de mujer, una mujer encantadora
La que provoco mis ganas y me besaba la boca
Una noche fue encerrados complacidos de pasión
Haciendo cosas indebidas disfrutándolas tú y yo
Que momentos tan dichosos agradables los vividos
Fue difícil cantarte, cuando ando bien prendido
Loco aquí sigo, pego brindis en cantina
Recordando tu silueta, cuando yo te hacia mía
En esos días que anduve vagando yo
Allí nos conocimos te invitaba un cigarrón
Entre copa y copa la cotorreamos y sin medidas
Viviendo nuestras vidas, tú siempre tan atrevida
Una mujer bandida de las que nunca se olvidan
Por ella es la que brindo, por ella botella arriba
No la recuerdo, me dio su número en un papel
Que utilicé para forjar aquel toque en ese motel
Não Me Lembro (part. Santa Grifa e Reghoz)
Não me lembro, ela me deu seu número em um papel
Que usei pra fazer aquele toque naquele motel
Estava tentando lembrar agora
Do dez por cento eu me lembro, saí perdido do bar
Na esquina uma mulher, muito bonita e sorridente
Falou comigo, olhando direto, me disse: Vem cá, mermão
Já tinha olhado pra ela antes de canto
Com um vestidinho vermelho bem justo, bem apertado
Pergunta: Como você tá? Eu respondo: Tô de boa
Ela responde: Igual a mim, que coincidência boa
Você vem sozinha ou com quem? Agora eu tô com carro
Se quiser eu te dou uma carona, aceitou e guardou as chaves
Vamos fumar por aí, trouxe uma de Bud Light
Se faltar, a gente compra, só pra ficar chapado
Diz pra onde a gente vai
Se quiser, a gente se tranca
Você vai na frente e eu te sigo
Naquela noite as caguamas e o baseado foram testemunhas
(É o Windows)
(De novo, mais uma vez)
Não me lembro, ela me deu seu número em um papel
Que usei pra fazer aquele toque naquele motel
Ela tava com um vestido, desses pretos bem justinhos
Com um rosto bonito e aceitou sair comigo
Eu disse: Pra onde vamos? E ela respondeu: Não sei
Eu disse: Já tô bem bêbado, vamos pro motel
Pois claro, com certeza ela foi comigo
Me disse: Vou te dar uns beijos, mas somos amigos
Eu disse: Beleza, sem estresse, me passa seu celular
Ela enfiou a mão na minha bolsa e tirou um papel
Eu disse: É um zig zag, mas você pode escrever
Anota meu número pra gente continuar
Mas como você tá linda, ainda não consigo acreditar
Enquanto eu tirava sua calcinha e seu sutiã
Você dizia: Você é tão perfeito pra mim
Além de que você é bem gato, vejo que gosta de maconha
Não sei o que me acontece, tento lembrar dela
Acho que é Marta e tem tatuagens nas costas
Não me lembro, ela me deu seu número em um papel
Que usei pra fazer aquele toque naquele motel
Não lembro muito bem, era uma mulher linda
A que se entregou naquela noite, sem amor e com prazer
Que beleza de mulher, uma mulher encantadora
A que provocou meu desejo e me beijava a boca
Uma noite fomos trancados, satisfeitos de paixão
Fazendo coisas erradas, aproveitando você e eu
Que momentos felizes, agradáveis que vivemos
Foi difícil te cantar, quando tô bem chapado
Loco aqui sigo, brindo na cantina
Lembrando da sua silhueta, quando eu te fazia minha
Naqueles dias que andei vagando
Ali nos conhecemos, te ofereci um cigarrão
Entre um copo e outro, a gente trocava ideia sem medida
Vivendo nossas vidas, você sempre tão atrevida
Uma mulher bandida, daquelas que nunca se esquecem
Por ela eu brindo, por ela, a garrafa pra cima
Não me lembro, ela me deu seu número em um papel
Que usei pra fazer aquele toque naquele motel