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Alvorada

Mediaeval Baebes

Alba

Reis Glorios, erais lums e clartatz.
Deus poderos, sehner si a bos platz,
Al meu companh siatz fixels aju da,
Qu'eu non lo vi, pois la noitz fon venguda,
Et ades sera l'alba!

Bel companho, si dormetz o veillatz?
Non dormatz plus, suau vos ressidatz,
Qu'amenal jorn, qu'eu l'ai ben coneguda,
Et ades sera l'alba!

Bel dos companh, tan soi en ric sojorn
Qu'eu no volgra mais fos alba ni jorn,
Car la gensor que anc nasques de maire,
Tenc e abras, per qu'eu non prezi gaire,
Lo fol felos ni l'alba.

Alvorada

Reis gloriosos, eram luzes e claridade.
Deus poderoso, sente-se em seu lugar,
Meu companheiro, se você está firme aqui,
Pois eu não vi, pois a noite já chegou,
E agora será a alvorada!

Belo companheiro, você dorme ou está acordado?
Não durma mais, suave você se levante,
Que o dia vem, que eu o conheço bem,
E agora será a alvorada!

Belo dos companheiros, tão rico é meu descanso
Que eu não queria mais a noite nem o dia,
Pois a beleza que nunca nasceu de mãe,
Eu a tenho e abraço, pois eu não valorizo muito,
O louco fútil nem a alvorada.

Composição: Jörgen Elofsson